Brasília-DF,
23/SET/2018

Ellen Oléria lança aguardado CD de estreia com regravações e canções autorais

Ellen gravou 70% do CD com sua banda, liderada pelo jovem guitarrista Pedro Martins. Nas outras faixas, tem a companhia de músicos do The voice

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Irlam Rocha Lima Publicação:03/07/2013 06:01Atualização:02/07/2013 16:32

O novo disco conta com 12 faixas (Diego Bresani/Estúdio Califórnia)
O novo disco conta com 12 faixas

O CD de estreia de Ellen Oléria na Universal Music deixa claro que a cantora brasiliense gosta de ter controle sobre os rumos de sua carreira. Na feitura do álbum, se fez cercar por pessoas com as quais tem total afinidade — do diretor musical e arranjador Alexandre Castilho, ao lado de quem trabalhou no The voice Brasil, à banda Pretutu, formada por instrumentistas que a acompanham há algum tempo.

Das 12 músicas do repertório, cinco são autorais, quatro haviam sido interpretadas no programa vencido por ela, duas já faziam parte dos shows e uma outra tem a assinatura de compositores brasilienses de sua admiração. Tudo foi definido em reuniões, antes do início das gravações, com o aval de Daniel Silveira e Paul Ralphs, produtores da gravadora, entusiastas do talento desta pérola negra rara, surgida na Chaparral, região encravada entre Taguatinga e Ceilândia.

Ellen gravou 70% do CD com sua banda, liderada pelo jovem guitarrista Pedro Martins. Nas outras faixas, tem a companhia de músicos que tocaram com ela no The voice. E há, ainda, a participação de Torcuato Mariano (guitarra), André Vasconcellos (baixo) e Daniel Santiago (violão). Os dois últimos são candangos radicados no Rio de Janeiro. “O Torcuato, que produziu Zumbi para o programa, dirigiu duas faixas no disco. André e Daniel são músicos que conheço bem, e quis tê-los comigo neste trabalho”, diz.

Ellen, que faz o pré-lançamento do CD nesta quarta-feira (3/7), às 19h, na Fnac, ainda estava impregnada pelo universo do reality musical quando entrou em estúdio para dar início às gravações. “Embora tivesse feito alguns shows logo em seguida, inclusive em Brasília, o envolvimento com vários aspectos do The voice ainda era muito forte. No programa, as músicas tinham o tempo exigido pela tevê, que é de um minuto e 30 segundos. Mas precisávamos ir além. Assim, para o disco, criamos arranjos com mais oxigênio, para que as músicas tivessem maior dinâmica”, explica.

 

 

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