Brasília-DF,
20/JUN/2018

Setebelos apresenta espetáculo inspirado em De volta para o Futuro

A montagem estreia nesta sexta-feira e fica em cartaz até o dia 28, no Teatro dos Bancários (314/15 Sul)

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Rebeca Oliveira, especial para o Correio Publicação:12/07/2013 06:21Atualização:11/07/2013 16:44
Setebelos: da Grécia antiga ao descobrimento do Brasil em nova peça (Setebelos/Divulgação)
Setebelos: da Grécia antiga ao descobrimento do Brasil em nova peça
De volta para o futuro, um filme lançado em 1985, dirigido por Steven Spielberg, instigou o público da época. Tornou-se um fenômeno mundial. Tocava em um assunto que ainda fascina muita gente: viagens no tempo. Se fosse possível retornar à época do descobrimento do Brasil, ou conhecer um samurai no Japão feudal, quem não o faria? Em vez de ficar somente imaginando, a Cia. de comédia Setebelos tornou real o sonho, na peça Viajantes do tempo — A história como ela não é.

A montagem estreia nesta sexta-feira (12/7) e fica em cartaz até o dia 28, no Teatro dos Bancários (314/15 Sul). Os Setebelos foram de Esparta ao Velho Oeste americano. Modificaram os grandes passos da humanidade, sem perder a essência do grupo, baseada em um roteiro definido, mas que está aberto ao improviso.

O texto foi construído a seis mãos e é fruto de um trabalho de meses, de acordo com Lucas Moll. Tudo começou em janeiro deste ano, e a companhia, que já tem oito anos de estrada, está confiante. Apesar de trazerem no nome o número sete, o Setebelos é composto por seis atores além de Lucas — Daniel Lima, Daniel Villas Bôas, Leônidas Fontes, Paulo Mansur e Saulo Pinheiro. O sétimo elemento são aqueles que ficam atrás do palco. A lista de parceiros é imensa, e vai de figurinistas a fotógrafos.

Se os Setebelos pudessem voltar no tempo, retornariam ao espetáculo de estreia, em 2005. “Na primeira apresentação, a plateia gargalhou e aplaudiu. Isso me arrepiou… O filho tinha nascido, tudo estava dando certo”, recorda Villas Bôas. O que começou como um hobby, agora é uma empresa de entretenimento. E os acionistas, neste caso, são o público. “Por ser estreia, o improviso deve acontecer bastante”, adianta Daniel Lima.

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