Brasília-DF,
19/FEV/2018

Grupo Monobloco e Thiago Martins agitam festa na Asbac neste sábado

Figuras constantes na cidade, eles comandam mais uma edição da festa Movimento dos Interessados em Sacudir Sua Alma

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Adriana Izel Publicação:02/08/2013 06:20Atualização:01/08/2013 17:09
O Monobloco vai apresentar um novo show (Jorge Bispo/Divulgação)
O Monobloco vai apresentar um novo show

Os brasilienses vão poder curtir o novo show do grupo Monobloco durante a festa Movimento dos Interessados em Sacudir Sua Alma (Missa), neste sábado (3/8) às 23h, na Asbac (Sces, Tc. 2). A trupe comandada por Pedro Luís, Fábio Allman, Pedro Quental, Renato Biguli e Alexandre Momo já perdeu as contas de quantas vezes se apresentou na capital federal. “Desde nossa estreia em Brasília, em um show na Esplanada dos Ministérios, fomos recebidos como se estivéssemos em casa e assim continuou todas as vezes que voltamos”, conta Pedro Luís.

Desta vez, eles vão apresentar o repertório do último trabalho, Arrastão da Alegria, lançado neste ano. Quem já teve a oportunidade de escutar o disco sabe que a força rítmica e o clima carnavalesco, características do grupo, estão presentes. “O show será o resultado do repertório do novo CD com outras canções que conversam bem entre si, para formar um repertório homogêneo”, revela. Para isso, o Monobloco vai tocar alguns “clássicos xodós”, como eles mesmos gostam de definir. Nessa categoria, sucessos, como Os orixás, Que beleza, Coisinha do pai e Taj Mahal. “São xodós não só de nossos fãs, mas também de todo o povo brasileiro”, explica.

O cantor e ator Thiago Martins completa a festa. Esta será a segunda vez que o músico se apresenta na cidade após deixar o grupo Trio Ternura para investir na carreira solo. Na fase atual, ele aposta em canções de nomes, como Renato Russo e Cássia Eller e ainda em composições próprias, como Adeus e Quando eu chegar aí. Nos intervalos, os DJs cariocas Nelsinho e Giovannetti agitam o público. O preço da entrada é R$ 60, para as mulheres, e R$ 70, para os homens. Valores sujeitos à alteração.

Ouça Arrastão da alegria



Duas perguntas // Pedro Luís

Sobre o trabalho em si, como foi gravar Arrastão da Alegria em estúdio? E sobre as participações especiais, como foi a escolha dos músicos?

Foi interessante voltar ao estúdio depois de 11 anos com o grupo bem mais maduro. Era um desafio que a gente queria muito se colocar para vingar o CD de estreia, que ficou bem aquém do que nós e nosso produtor e amigo Tom Capone gostaríamos. Como estávamos na estrada enquanto fazíamos o álbum, optamos por uma escala que contemplasse todos os músicos colaboradores, elegendo uma determinada combinação pra cada canção.

Vocês costumam se apresentar bastante em Brasília. Para vocês, qual é a sensação todas as vezes que veem a Brasília? E como fazem para evitar que os shows sejam parecidos?

Na verdade, desde nossa estreia em Brasília, em um show na Esplanada do Ministérios que fomos recebidos como se estivéssemos em casa e assim continuou, todas as vezes que voltamos. Como os shows são no mínimo dois por ano, lançamos mão da grande variedade de canções que temos colecionado durante mais de uma década de trabalho, cuidando pra que os repertórios variem a cada show na cidade.

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