Brasília-DF,
18/SET/2018

Clima rústico de Alexânia é convidativo para quem busca uma quebra na rotina urbana

Engana-se, porém, quem acredita que a cidade se restrinja ao período de festas

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Publicação:02/08/2013 06:30Atualização:01/08/2013 17:19

Igreja Matriz: símbolo de tradição e religiosidade no coração da cidade goiana (Bruno Peres/CB/D.A Press)
Igreja Matriz: símbolo de tradição e religiosidade no coração da cidade goiana
Alexânia não é estranha é estranha aos motoristas que percorrem a estrada entre Brasília e Goiânia (a BR-060). Nem todos, porém, sabem que nas imediações da cidade, uma vila rural, conhecida como Olhos D’água, pode valer uma frutífera parada. Quem sabe até, um bom fim de semana no campo. Quer dizer, na roça, no melhor sentido da palavra. O clima rústico é convidativo para quem busca uma quebra na rotina urbana.

 

Quem ouviu falar, possivelmente foi graças à conhecida Feira do Troca, que já acontece por ali há mais de 40 anos (normalmente em junho e dezembro). Como o nome antecipa, o evento congrega vendedores e compradores cuja moeda principal é a própria “mercadoria”. Uma torradeira pode comprar uma panela. Livros podem valer uma cafeteira e assim por diante. Para as almas capitalistas, nada a se preocupar. O velho e bom dinheiro também é aceito. No decorrer da feira, ritmos típicos invadem o cenário, como a ciranda, os tambores de crioula e o jongo.

 

 

Arte
Engana-se, porém, quem acredita que a cidade se restrinja ao período dessa festa. Bares, restaurantes e animados recintos no centro da pequena cidade podem entreter o visitante. Os artistas Davi e Júlia Maia conhecem bem a área. São netos da ilustre moradora conhecida como Vó Lu. Na casa dela, peças de teatro, dança e festivais de música são montados.

 

Na Feira do Troca, vendedores e compradores dialogam, onde a moeda principal é a própria 'mercadoria' (Carlos Vieira/Esp. CB/D.A Press)
Na Feira do Troca, vendedores e compradores dialogam, onde a moeda principal é a própria "mercadoria"


Embora residam em Brasília, os dois são frequentadores assíduos. “Recomendo os bares Contramão e do Alemão (os dois na Praça Santo Antônio), onde rola música ao vivo”, sugere Davi. “A pousada do Caetano também costuma ser bem animada”, complementa. Júlia destaca as atrações naturais: “Não dá para deixar de ir no Rio Galinhas e no Rio D’Ouro”, disse. Ela lembra que a cidade está exportando talentos locais e exemplifica: “O pessoal do Caboclos Crew faz um trabalho bacana com o hip-hop. E gosto do som do músico Lucas Soledade”. A troca por lá também pode ser cultural.

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