Brasília-DF,
25/FEV/2018

Após oito anos de pausa, Micarecandanga volta à cidade com várias atrações

Com muitas atrações, a folia vai agitar o Autódromo neste sábado (10/9) e domingo (11), a partir das 16h

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Irlam Rocha Lima Publicação:09/08/2013 06:04Atualização:08/08/2013 15:50
Durval Lelys, líder do Asa de Águia: presente em todas as edições da Micarecandanga (Joao Batista/Divulgação)
Durval Lelys, líder do Asa de Águia: presente em todas as edições da Micarecandanga

Brasília foi uma das primeiras capitais brasileiras a acolher as micaretas. Em agosto de 1992, o Eixão Norte se transformou no grande circuito da festa de rua criada pelos baianos e recebeu uma multidão que acompanhou os trios elétricos comandados por Durval Lelys, à frente do Asa de Águia, e Daniela Mercury.

Aqui, recebeu o nome de Micarecandanga, e, em anos seguintes, se espalhou pela Esplanada dos Ministérios e pelo Eixo Monumental. Quando passou a ser realizada em ambientes fechados, o local escolhido foi o Autódromo Internacional, onde ocorreu pela última vez há oito anos. É para lá que, ao ser retomada, a micarê — como os brasilienses passaram a chamá-la — está de volta, neste fim de semana.

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Com muitas atrações, a folia vai agitar o Autódromo neste sábado (10/9) e domingo (11), a partir das 16h. No primeiro dia, se apresentam Psirico, Chiclete com Banana, Tomate e Harmonia do Samba; e no segundo, Saulo Fernandes, Asa de Águia e Timbalada. Todos desfilam em trios elétricos e passarão duas vezes pelo corredor da folia entre os camarotes Federal e Sky Lounge, que ficam na área do paddock.

Três perguntas // Durval Lelys

Que lembranças você guarda da primeira Micarecandanga, realizada em Brasília?

As melhores possíveis. O trio elétrico era uma novidade em todo o Brasil, e quando nos apresentávamos para o povo de Brasília, parecia que estávamos em outro planeta, desfilando com o nosso bloco e o nosso trio na cidade mais moderna do país.

Como vê a retomada da Micarecandanga, agora no Autódromo? E que expectativa você tem do evento?

Sempre acreditei e investi nesse formato. Fazer uma micareta no autódromo significa a segurança do evento numa área privada e com excelentes condições para aplicarmos o nosso projeto de carnaval fora de época. Herdamos apenas o nome (Micarecandanga), mas o formato é totalmente diferente, do jeito correto, como deve ser.

O Asa de Águia é a única banda a participar de todas as edições da Micrecandanga, e depois da última, continuou a fazer shows na capital. Como tem sido a acolhida que a banda recebe?

O Asa faz shows sempre lotados e o público nos acolhe de forma calorosa. Acredito que, em parte, isso se deve ao fato de sermos pioneiros da axé-music em Brasília.

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