Brasília-DF,
19/FEV/2018

Lulu Santos e Nando Reis protagonizam o show Brasília Pop, neste sábado

Atrações principais do Brasília Pop, na Prainha da Asbac, eles podem se reunir no palco pela primeira vez em suas carreiras

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Irlam Rocha Lima Publicação:06/09/2013 06:20Atualização:05/09/2013 15:41
Os dois, aos 30 anos de carreira, se mantêm no mais alto patamar do pop rock nacional (Rômulo Juracy/Divulgação e Adonis Lucena da Silva/Divulgação)
Os dois, aos 30 anos de carreira, se mantêm no mais alto patamar do pop rock nacional

O brasiliense poderá testemunhar, neste sábado (7/9) à noite, na Prainha da Asbac, o encontro inédito no palco de dois popstars brasileiros: o carioca Lulu Santos e o paulistano Nando Reis. Embora não esteja confirmada a formação do duo para a interpretação de canções do repertório deles, é muito provável que isso venha ocorrer. Da parte dos fãs de ambos, é grande a torcida nesse sentido. De volta à capital, onde vêm com alguma frequência, eles são os protagonistas do evento denominado Brasília Pop, que tem início às 23h.

Destacados representantes do pop rock nacional, movimento que eclodiu na década de 1980, os dois, aos 30 anos de carreira, se mantêm no mais alto patamar.

É com o Toca Lulu! que o autor de hits da importância de Assim caminha a humanidade e Como uma onda se apresenta para o público da capital. Com essa apresentação, ele faz uma espécie de revisão de sua obra, acompanhado por Chocolate (bateria), Sílvio Charles (percussão), Jorge Ailton (baixo), Hiroshi Mizutani e Pedro Augusto (teclados), PC (sopros) e Andrea Negreiros (backing vocal).

Nando traz o show Sei, nome, também, do álbum lançado no fim de 2012, no qual inclui O que eu só vejo em você, música na qual cita Lulu num trecho da letra e faz referência ao clássico Tempos modernos. Além de novas composições, o roteiro do show traz as consagradas As coisas mais lindas, All star e Relicário. Ao lado do ex-Mutante, sobe ao palco a banda Os Infernais, formada por Felipe Cambraia (guitarra), Diogo Gameiro (bateria), Alex Beley (teclados), Walter Villaça (guitarra), Gil Miranda e Hannah Lima (backing vocal).

 (Guto Costa/Divulgação)
Três perguntas para Lulu Santos

Como se originou o Toca Lulu?

Os shows que fiz dedicados à obra de Roberto e Erasmo Carlos, invariavelmente acabavam com o coro: Toca Lulu!, Toca Lulu! Aí decidi atender os apelos e criei o show com esse título.

O que representou, para você, cantar Roberto e Erasmo Carlos?

Foi divertido e instrutivo. Nunca havia tido a oportunidade de habitar tão por dentro a obra de outros compositores, o que ilustra e informa meu próprio processo. Os dois receberam a homenagem emocionadamente bem, cada um a sua forma.

Há a possibilidade de você e Nando dividirem a interpretação de alguma canção neste show em Brasília?

Nada planejado, mas só o fato de estarmos dividindo a noite a torna, para o espectador, uma dose dupla de satisfação pop.



 (Ana Beatriz e Thiego Montiel/Divulgação)
Três perguntas para Nando Reis

Os fãs podem aguardar seu encontro com Lulu no palco da Brasília Pop?

Espero que isso se concretize. Adoro o Lulu e, na passagem de som, vou convidá-lo para cantarmos juntos alguma canção. Tomara que dê certo.

Em O que eu só vejo em você, música do Sei, seu novo CD, traz na letra trecho da canção Tempos modernos, de Lulu, que também é citado. Por que a homenagem explícita?

Fazer uma canção mobiliza uma série de referências que você guarda internamente. Gosto muito da fórmula que Lulu usa para compor. Ao começar a letra de O que eu só vejo em você, Tempos modernos me ocorreu. Aí liguei para Lulu para informar sobre a utilização de um trecho dessa música, e ele se mostrou feliz. Chegamos a cantar parte dela no programa da Xuxa.

Você está na estrada com a turnê do Sei. O roteiro do show tem sido o mesmo ou há alterações vez por outra?

Houve tempo em que eu queria propor um show novo para cada turnê. Mas hoje prefiro algo mais dinâmico, misturando as canções novas com as consagradas. Há músicas que não podem ficar de fora do roteiro, mas recentemente incluí Família e De domingo a domingo, que não cantava havia bastante tempo.

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