Brasília-DF,
17/FEV/2018

Fernanda Souza reúne personagens e momentos íntimos em espetáculo cômico

Embora seja um stand-up, Fernanda optou por ter cenário e figurino, todos escolhidos por ela. Aparece de cara limpa, mas sem deixar a vaidade feminina de lado

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Rebeca Oliveira Publicação:13/09/2013 06:03Atualização:12/09/2013 16:58
A atriz comemora 25 anos de carreira: 'Todas as histórias são especiais porque construíram minha vida como um todo' (Terravista/Divulgação )
A atriz comemora 25 anos de carreira: 'Todas as histórias são especiais porque construíram minha vida como um todo'

Fernanda Souza tem um rosto conhecido na tevê brasileira. Também, pudera — aos 29 anos, comemora 25 como atriz. Sua personagem de estreia foi a Mili, na novela infantil Chiquititas, exibida em 1997 pelo SBT. Desde então, ela gravou um CD, mudou de emissora, participou de filmes, minisséries e peças de teatro.

Há dois anos, namora o cantor Thiaguinho, com quem está de casamento marcado. Aproximar o público e seus fãs dessas e outras transformações de sua vida é o objetivo do stand-up Meu passado não me condena, que tem apresentação única neste fim de semana em Brasília, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional.

Embora seja um stand-up, Fernanda optou por ter cenário e figurino, todos escolhidos por ela. Aparece de cara limpa, mas sem deixar a vaidade feminina de lado. Da parceria com Léo Fuchs, que auxilia na produção da peça, surge um texto leve, escrito no celular da atriz, entre pausas das gravações na TV Globo, no avião ou no trânsito. Segundo ela, há uma troca com o público, A capital federal é uma das primeiras cidades a receber o espetáculo, em cartaz há um mês. “Amo Brasília, moraria aqui fácil. A organização física da cidade me atrai. Acho o Lago Paranoá deslumbrante, os restaurantes que ficam ao redor dele também. Certa vez, fui a um japonês e de lá vi um barco com uma festa rolando. Se morasse aqui, ia querer fazer uma festa por dia”, especula.

No ar em Malhação com a personagem Bernadete, Fernanda afirma que abre as cortinas de sua rotina para desmistificar a imagem que o público pode formar de um artista. “É como se estivéssemos só eu e a plateia em uma sala. Fico bem à vontade contando sobre a minha vida, sem máscaras, do jeito que sou. Todo mundo sabe que gosto de me divertir, falar besteira, com toques de ironia”, conta.

Três perguntas Fernanda Souza
Qual história da sua vida você destacaria?
Cada uma traz alguma coisa. Eu conto dos 5 aos 29 anos. Alguns casos são engraçados, delicados. É difícil escolher uma. Comento até da minha vida pessoal, que sou mais restrita a falar, principalmente sobre a minha relação com o Thiago (cantor, ex-Exaltasamba). A gente já é exposto e não precisamos falar da nossa vida. Conto como foi o início do nosso namoro. Todo mundo acha que foi romântico, mas é mais cômico. Ninguém pensa que o nosso começo foi assim. Vivemos histórias muito divertidas quando nos conhecemos. Fica surpreendente porque começo falando para a plateia: “Vou falar algo que nunca falei para a imprensa e para mais ninguém”.

Qual projeto você pretende fazer e ainda não teve oportunidade?
Tenho muita vontade de fazer uma vilã. Pode ser no teatro, na tevê ou no cinema, não vou exigir. É uma área que nunca experimentei. Não sei se exige mais ou menos de mim como atriz, porque nunca fiz, mas é uma vertente que gosto. As vilãs têm uma gotinha de comédia, eu aprecio isso. Dá para misturar as duas coisas.

E como recebeu acusações de que teria sido responsável pelo fim do grupo Exaltasamba?

Isso é uma bobagem sem tamanho. Foi só porque o namoro coincidiu com o anúncio do fim do grupo. Quando o conheci, ele já tinha tomado essa decisão.

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