Brasília-DF,
19/JUN/2018

Peça "Só a bailarina que não tem" fala sobre bullying com leveza e humor

O espetáculo envolve o público em um ambiente lúdico e de aprendizado

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Tomaz de Alvarenga - Especial para o Correio Publicação:04/10/2013 06:05Atualização:03/10/2013 14:53

Em história sobre a hostilidade de alunos com a nova colega, a peça traz aprendizado sobre respeito  (Vivi Antunes/Divulgação)
Em história sobre a hostilidade de alunos com a nova colega, a peça traz aprendizado sobre respeito

A cena é comum: uma nova aluna chega à escola. Os colegas decidem que jamais serão amigos dela, mesmo sem sequer conhecê-la. Abordar a questão de uma forma lúdica é a proposta da peça infantil Só a bailarina que não tem, em cartaz neste fim de semana na sala Plínio Marcos, na Funarte.


A montagem aborda com dinamismo, leveza e humor a necessidade de aceitação na infância, e envolve o público em um jogo lúdico de aprendizado, despertando conceitos como o respeito, o limite e a responsabilidade.

 

Só a bailarina ue não tem


De sexta a domingo, às 17h, no Teatro Plínio Marcos (Funarte, Eixo Monumental, em frente à Torre de TV; 3322-2076). Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação indicativa livre.

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