Brasília-DF,
24/FEV/2018

Sandy apresenta repertório eclético na turnê Sim que chega a Brasília

O show da cantora será no sábado na Arena Brasília

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Luiz Prisco Publicação:18/10/2013 06:01Atualização:18/10/2013 13:15

Em nova turnê, Sandy aposta em repertório eclético (Jairo Goldflus/Divulgação)
Em nova turnê, Sandy aposta em repertório eclético
Ao subir ao palco da Arena Brasília, neste sábado (19/10), a cantora Sandy apresentará um repertório que passa por sua extensa carreira. A base da turnê é o segundo disco solo — não é à toa que os dois têm o mesmo nome: Sim. Apesar disso, o público pode esperar algumas novidades. “O show é bem variado. Faço releituras de outros artistas, canto músicas do meu pai (Xororó) e até do tempo de Sandy & Junior”, diz.

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A turnê tem um formato difrente para a cantora. Ela e cinco músicos dividem o palco, que, exceto pela iluminação, permanece o mesmo durante toda a apresentação — antes, a artista contava com uma telão que exibia diversas imagens. “O foco do show é a música. Somente a luz muda de cor. Optei por isso porque queria mudar, ter um novo desafio”, explica Sandy. A cantora ainda revela que espera uma reação positiva do público da cidade. “Tenho uma história fantástica em Brasília. É um público pelo qual nutro muito carinho.” A turnê passou por cidades como São Paulo, Goiânia, Rio de Janeiro e Curitiba.

Entrevista // Sandy

Como é o repertório do show?

É bem variado. Está baseado nos dois álbuns solo. Mas também tem novidades. Faço releituras de outros artistas. Canto até uma música do meu pai, tem tom jobim e tem duas músicas da época de Sandy&Junior. Gosto muito de relembrar. 

Você sempre busca trazer algo da época da dupla. É algo natural para você?
Eu acho que é uma coisa natural. Não tem como me desligar completamente. Não tem como esquecerem que fiz parte de uma dupla por 17 anos. Muitos dos meus fãs são pessoas que me acompanham desde a época da dupla Tenho um contato próximo com eles, principalmente, pelas redes sociais.


VocÊ já se acostumou a estar sozinha no palco? A essa nova fase?
Estou muito confortável. Claro, eu tenho saudades do meu irmão ao meu lado. Era ótimo dividir o palco com alguém que tinha tanta responsabilidade como eu. Agora, é um desafio grande e bom. Tenho cinco músicos que me acompanham.

Esse show tem menos recursos que os outros. Por quê?
O foco do show é a música, os cenários variam muito pouco, somente a iluminação muda. Entendo que é necessário mudar de uma turnê para a outra.

Como tem sido o desenrolar da turnê?
A turnê estreiou antes do disco. O primeiro show foi em abril e passou por modificações no repertório. A música Morada começou a ser pedida pela plateia, ela não estava no show. Foi muito emocionante.


Por que você gosta de cantar músicas de outros artistas?
Antes de tudo, eu sou uma cantora e me considero bastante versátil. Aproveito para enriquecer meu show com coisas interessantes, que sejam bacanas de ouvir e que me agradem como intérprete.

Podemos dizer que suas novas músicas são mais intimistas?
Eu escrevo sobre o que eu penso, o que eu sinto. Tentoo traduzir aquilo que estou vivendo e refletindo, como pessoa ou como artista. A medida que fiquei mais velha, fiquei mais exigente. Tenho escrito menos porque estou mais rigorosa com minha letras.



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