Brasília-DF,
24/JUN/2018

Peça Pipocas de papiro mistura o passado com as novas tecnologias

A obra chama atenção do público adolescente por envolver o mundo virtual

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Mariana Vieira Publicação:06/12/2013 06:16Atualização:05/12/2013 14:35
 Cena de Pipocas de papiro: Egito antigo com toques de modernidade  (Tiago Trindade/Divulgação)
Cena de Pipocas de papiro: Egito antigo com toques de modernidade

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O que aconteceria se os faraós do antigo egito tivessem tablets? Perfis em redes sociais, iPhones e skates? A mistura entre o passado e o presente é a base do espetáculo Pipocas de papiro, inédito na cidade, em cartaz neste fim de semana na sala Martins Pena do Teatro Nacional.

Escrita pelo falecido dramaturgo carioca Ricardo Mack Filgueiras, a peça, que chegou a ganhar o prêmio de dramaturgia infantil do MEC em 1975, foi adaptada para os dias de hoje. “Eu tive conhecimento que o sonho do autor era ver o espetáculo encenado para adolescentes”, conta Vanja Ca Michel, diretora e atriz da companhia Déjà-vu, reconhecida pela peça Adolescer, que tem mais de 11 anos de estrada.

Ela acredita que existe uma lacuna na dramaturgia, na qual estão delimitadas peças infantis e adultas. “Os adolescentes precisam ir ao teatro! Além de ser uma comédia musical, o texto discute temas importantes”, destaca. Bullying, preconceito, tolerância, amor, traição, política, comportamento e ética são transportados para a realidade do antigo Egito, na história de um faraó que se diverte treinando pulgas e de sua família antenada nas novas mídias, além de vilões que pretendem desbancar o reinado.

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