Brasília-DF,
22/FEV/2018

Em cenário familiar, peça Ciranda das Horas traz homenagem a parentes falecidos

Entre fotos e objetos as primas Lúcia e Flora relembram a avó

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Publicação:06/12/2013 06:18Atualização:06/12/2013 12:58
 Nas caixas e itens da casa, as personagens se recordam da avó (Raquel Pellicano/Divulgação)
Nas caixas e itens da casa, as personagens se recordam da avó

Ao empacotar os pertences da casa da avó, recém-falecida, as primas Lúcia e Flora se veem diante de um mundo de lembranças. Entre a nostálgica sensação das felizes lembranças e a tristeza da despedida recente, ambas precisam decidir: encaixotar lenços, louças e retratos de uma vez ou tatear as recordações à medida que guarda cada objeto? Esses dilemas permeiam o espetáculo Ciranda das horas, de Juana Miranda e Larissa Leite.

A ideia do espetáculo veio em um momento em que Juana e Larissa se lembravam de parentes que haviam perdido. Assim, ambas decidiram homenagear seus avôs e avós. Auxiliando a história, são recitados trechos de Ciranda das mulheres sábias, de Clarissa Pinkola Estés; Um milhão de kilômetros em mil anos, de Donald Miller; e O livro dos abraços, de Eduardo Galeano.

Ciranda das horas

De Juana Miranda e Larissa Leite. Direção: Rosa Antuña. Até 15 de dezembro, no Teatro Goldoni (Casa D’Itália, 208/209 Sul; 3244-3333). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Não recomendado para menores de 12 anos.

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