Brasília-DF,
26/SET/2018

DJ alemão Thomas Gold se apresenta nesta sexta-feira na Hög Club

Para a apresentação desta noite, o Dj, que já tocou com nomes como Fat Boy Slim, promete uma performance animada

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Luiz Prisco Publicação:20/12/2013 06:07Atualização:19/12/2013 20:54

Thomas Gold promete clássicos do eletrônico e faixas inéditas ( Thomas Gold/Divulgação)
Thomas Gold promete clássicos do eletrônico e faixas inéditas
Em 2011, a voz marcante e encantadora de Adele dominou as paradas mundiais. As faixas da cantora também chegaram com força nas pistas de dança. Um dos principais responsáveis por transportar o som da diva para as picapes foi o alemão Thomas Gold, que se apresenta nesta sexta (20/12), a partir das 23h, na Hög Club (Complexo Brasil 21). “Eu acredito que o remix de Set fire to the rain foi um dos momentos mais importantes da minha carreira. Eu ganhei atenção de pessoas que não sabiam quem eu era”, revela o DJ, que traz a turnê Remember the light.

Para a apresentação desta noite, o Dj, que já tocou com nomes como Fat Boy Slim, promete uma performance animada. Especialista em produzir versões eletrônicas para clássicos do pop, ele apresentará novidades. “Tocarei um set com a minha cara, carregado de novas músicas, produções próprias e faixas ainda nem lançadas. Meus remixes são 100% club music, são feitos para as pistas de dança”, antecipa.

Acostumado a tocar em grandes festivais internacionais, o artista revela que se sente mais à vontade em pequenas boates. “Tocar em clubes menores significa que você fica mais conectado com o público, as pessoas ficam mais próximas do DJ e a energia é intensa. Eu gosto disso”, confessa Thomas Gold.

Duas perguntas Thomas Gold

A música eletrônica cresce cada vez mais no Brasil. Como foram as outras experiências no país?
Incríveis. Toda vez que toco aqui é uma grande festa. As pessoas ficam muito animadas com as músicas e com os DJs. Recebo muitas mensagens de fãs brasileiros.

O eletrônico ainda é movimento “underground”?

A música eletrônica se tornou algo “mainstream” nos últimos anos. Ela cresceu em participação nas rádios, o que significa que há milhares de pessoas escutando. Mesmo assim, ainda existe o undergound.

Perfil
Um trabalhador da música

Thomas Gold garante que não tem ídolos. Nem na música nem na vida pessoal. Ele diz que admira aqueles que trabalham duro. Ele parece seguir à risca essa admiração. O DJ sempre lança remixes e novas produções, em ritmo acelerado. Mesmo que isso signifique compor uma faixa durante uma viagem, por exemplo.

"Algumas vezes, você não tem opção. Sem acesso a um estúdio, durante uma viagem, a única opção é produzir em um quarto de hotel. Com o meu laptop produzo até mesmo durante uma viagem de avião", conta.

Mesmo com tanto trabalho, Gold está atento ao cenário atual. Ele confessa que a Eletronic Dance Music domina as paradas e acredita que se trata de um fenômeno que veio para ficar.

"Eu acredito que não seja algo temporário. Entendo que a EDM vai ficar um bom tempo no topo. Gosto disso porque é um estilo que mistura diferentes vertentes", opina.

Perguntado sobre se o disco do Datf Punk (Random Access Memories) é o mais importante do cenário eletrôncio de 2013, o DJ levanta dúvidas. 

"As músicas são incríveis, têm uma pegada 'old school' (guitarras setentistas, sintetizadores e baterias), mas não sei se é o mais importante. Mas eles não criaram uma nova 'tendência'", coloca. 

 

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