Brasília-DF,
21/FEV/2018

Espetáculo Óptica ficcionista mescla adaptações de textos de Nelson Rodrigues

O grupo optou também por mesclar trechos da biografia do autor, como um recurso para retratar a ótica peculiar pela qual ele enxergava a vida

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Mariana Vieira Publicação:07/02/2014 06:02
Espetáculo de Abaetê Queiroz se inspira em sete textos do consagrado autor para explorar obsessões sobre amor, sexo e morte (Rafael Souza/Divulgação)
Espetáculo de Abaetê Queiroz se inspira em sete textos do consagrado autor para explorar obsessões sobre amor, sexo e morte

Como escolher a melhor entre as obras dramáticas de Nelson Rodrigues? “Impossível. Quando começamos a trabalhar neste projeto, ficou claro que seria difícil escolher”, considera Abaetê Queiroz, diretor no comando de Óptica ficcionista, espetáculo que estreia nesta sexta-feira (7/2) no Teatro Goldoni (209 Sul) e permanece em cartaz até 23 de fevereiro.

Projeto de conclusão de curso de artes cênicas na UnB (Universidade de Brasília), a peça ganhou financiamento público para entrar em cartaz. “Os atores idealizaram tudo e me chamaram para dirigir. Isso é uma qualidade admirável nesta nova geração brasiliense; a capacidade de viabilizar os projetos”, elogia o professor. Dão vida aos personagens os atores Giselle Ando, Izabela Parise, Lucas Gomes, Mário Luz e Pamela Alves.

A obra mescla adaptações dos textos Toda nudez será castigada; A serpente; Bonitinha, mas ordinária; Vestido de noiva; Anjo negro; Dama da lotação e A noiva da morte. O grupo também optou por mesclar trechos da biografia de Nelson Rodrigues, como um recurso para retratar a ótica peculiar pela qual o autor enxergava a vida e as situações familiares e afetivas.

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