Brasília-DF,
21/FEV/2018

Banda Bigbang mistura o rock clássico aos ritmos da cultura nórdica nesta sexta

O som melódico e as letras fortes marcam a trajetória de 21 anos de carreira

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Paula Bittar, Especial para o Correio Publicação:14/02/2014 07:02Atualização:14/02/2014 16:35


A Bigbang mistura o rock clássico aos ritmos da cultura nórdica. A discografia da banda passeia por muitos estilos e, apesar de ser diversificada, é cheia de identidade. O som melódico e as letras fortes marcam a trajetória de 21 anos de carreira. O repertório do show, que acontece nesta noite no clube CEDEC/ASEFE, é do novo álbum, The Oslo Bowl.

O grupo é formadao por três integrantes: Oystein Greni (vocal e guitarra), Nikolai Haengsle Eilerstesen (baixo e teclado) e Olaf Olsen (bateria). A primeira apresentação no Brasil aconteceu em 2011. Eles gostaram tanto da receptividade que, desde então, marcam presença todos os anos no país. “O povo brasileiro não tem dificuldade de demonstrar quando gosta de alguém”, elogia Oystein Greni.

 

A banda Bigbang mistura o rock clássico com ritmos da Noruega, trazendo um som único e cheio de identidade
 (Bry Leica/Divulgação)
A banda Bigbang mistura o rock clássico com ritmos da Noruega, trazendo um som único e cheio de identidade

Leia entrevista com o vocalista da banda Oystein Greni:

Quantas vezes já se apresentaram no Brasil?

O Bigbang veio ao Brasil, pela primeira vez, em novembro 2011.  Foi incrível, tocamos no Studio SP, Studio RJ, Festival Contato, em São Carlos, e no Festival Goiânia Noise.  Gostamos tanto do Brasil que voltamos em 2012 e 2013.

Qual a sensação da banda ao tocar para o público brasileiro?


A sensação é indescritível! O público brasileiro valoriza muito a música e as letras das composições. Já viemos várias vezes ao país e a  cada nova turnê, mais  pessoas conhecem nossas músicas e cantam!

Vocês mantém a essência que deu origem a banda ou muita coisa mudou nesses 21 anos de carreira?


Nossa raiz sempre será o rock clássica americano, mas queremos buscar novos ritmos, com o intuito de inovar sempre. Por exemplo nesse novo disco, temos usado bastante a rabeca, que é um instrumento folclórico da Noruega. Agora misturado com nosso rock, ficou uma coisa interessante.

Conhecem a música brasileira? Gostam de algum ritmo ou artista daqui?


Adoro música brasileira! Caetano Veloso é meu favorito. João Gilberto e Chico Buarque conheço muito bem. Gosto muito de samba e já fui há ensaios de escolas de samba no Rio!

A imprensa costuma chamar vocês de “a maior banda de rock da Noruega dos últimos dez anos”. Isso envaidece ou vocês veem como apenas um rótulo?

Isso é muito bom! Lembrando que Noruega é um país pequeno. Sim, lá tocamos para um público de mais de 20 mil pessoas. Somos recebidos com muito amor em nosso país e nos tornamos referência mundial quando o assunto é rock, em nosso país.

Quais são sua maiores referências musicais?

Eu gosto muito soul e funk dos anos 60, Marvin Gay, The Meters, Bill Withers, Al Green, e sou um grande fã do Jimmy Hendrix.

 

Bigbang
Show nesta sexta (14/2), às 23h, no CEDEC/ASEFE (912 Sul Cj. E). Ingressos a R$ 15.

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