Brasília-DF,
20/FEV/2018

Exposição Circuladô segue até março na galeria da Funarte; confira

Os visitantes interagem com as imagens que giram no telão

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Publicação:14/02/2014 07:14Atualização:14/02/2014 07:57
Instalação cujo círculo 'contamina tudo' com imagens surpreendentes (Everton Balardin/Divulgação)
Instalação cujo círculo "contamina tudo" com imagens surpreendentes

O artista e cineasta André Parente foi buscar na história do cinema um aparelho capaz de dar vida à instalação Circuladô, em cartaz na Galeria Fayga Ostrower, na Funarte. Usado para passar imagens estáticas em alta velocidade e conferir movimento, o zoetrope era perfeito para o artista dispor as imagens de filmes nos quais os personagens estão à beira da loucura e no ponto decisivo de sua trajetória.

“Tenho um repertório de imagens de personagens que giram em um estado de transe, de loucura. E, no zoetrope, a pessoa gira um disco para fazer a imagem girar. A questão do círculo contamina tudo”, diz o artista. Na instalação, há imagens de Édipo rei (Pier Paolo Pasolini), Deus e o diabo na terra do sol (Glauber Rocha) e Decasia (Bill Morrison), que acompanha um dervish muçulmano para o qual o giro é uma maneira de meditar.

Circuladô

Exposição de André Parente. Visitação até 16 de março, de segunda a domingo, das 9h às 21h, na Galeria Fayga Ostrower (Complexo Cultural Funarte, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural)

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