Brasília-DF,
15/OUT/2018

Festa Factory estreia nesta sexta-feira no La Ursa; confira

A balada, inspirada nos eventos promovidos pelo artista plástico Andy Warhol, reunirá todos os tipos de arte em um local

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Adriana Izel Publicação:07/03/2014 07:02Atualização:06/03/2014 15:14

DJ Fernando Cunha é uma das atrações da festa desta sexta-feira (7) (	Luis Xavier de França/Esp. CB/D.A Press)
DJ Fernando Cunha é uma das atrações da festa desta sexta-feira (7)

A festa Factory estreia nesta sexta (7/3), a partir das 22h, no La Ursa (SBN, Q. 2). A balada, inspirada nos eventos promovidos pelo artista plástico Andy Warhol, reunirá todos os tipos de arte em um local. “Na casa dele, aconteciam festas malucas, que misturavam músicos, atores, drags, cineastas, modelos, poetas... A ideia da Factory é dar oportunidade e divulgar o trabalho de quem está começando”, explica Bruno Antun, idealizador do projeto. Por isso, a primeira edição terá apenas atrações locais, entre elas, a banda The Barbitas e os DJs Fernando Cunha, Crew The Box e Natã Trivellato. “Queremos fazer uma por mês, sempre com rodízio de artistas e com temáticas diferentes. Para as futuras, também teremos exposições de arte”, adianta. Os ingressos custam R$ 10 para quem estiver fantasiado ou for estudante de artes cênicas da UnB. Até 0h, a entrada é de R$ 20, e R$ 30, após.

 

Confira entrevista com Bruno Antun, idealizador da festa Factory:


Como surgiu a ideia de fazer esse evento?


A ideia da festa surgiu há dois anos. Sempre gostei muito de festas e ao mesmo tempo de teatro, cinema, orquestra, etc e sempre notei que a maioria do público que frequentava um, não ía ao outro. A ideia era fazer uma festa que unisse esses dois públicos, mostrando que arte e festa podem sim andar juntas, até porque tratam do mesmo, porém de diferentes formas. Estudando Andy Warhol cheguei na The Factory, casa do artista onde aconteciam festas malucas, misturando músicos, atores, drags, cineastas, modelos, poetas... No meio das festas, enquanto alguém pintava outro filmava, alguém cantava e íam tendo juntos um brainstorm de ideias. A ideia da Factory é essa, uma fábrico mesmo, de ideias. Unir todas as artes numa festa, dando oportunidade e divulgando o trabalho de quem está começando.

O que você pode nos contar sobre essa edição?

Essa é a primeira edição, e para ela preferi focar em DJs locais. Como sempre tive gosto eclético para som, quis reproduzir isso na festa. São 11 DJs de estilos diferentes, entre conhecidos como Fernando Cunha, Xrew The Box (Araque, PG, Shacs) e estreantes, como Natã Trivellato. A ideia é ter uma edição por mês, sempre num rodízio de artistas e numa temática diferente. Terão performances de atores durante a festa e apresentação da banda The Barbiras que abre a festa na parte externa. Pras futuras teremos exposições de arte.

Quais são as expectativas para o futuro da festa?

A ideia é a Factory virar um selo. Com festas mensais e uma página nas redes sociais (lançada após a primeira festa) que servirá de ponte pra projetos artísticos em divulgação e patrocínio. Vale citar que nessa primeira estamos ajudando o Grupo Tripé (teatro) no Catarse para primeira peça. Todos os alunos de cênicas do Dulcina e UnB podem pagar R$10 até 1h da manhã na apresentação da carterinha do curso e toda a verba será para o financiamento da peça do grupo.

 

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