Brasília-DF,
18/FEV/2018

Palhaço Presuntinho apresenta espetáculo apenas com o uso de expressões corporais

Presuntinho perde a voz no dia de sua festa, mas não deixa as brincadeiras de lado

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Publicação:28/03/2014 06:20
Espetáculo mostra que brinquedos analógicos podem ser tão divertidos quanto os eletrônicos (Marco Lellis/Divulgação)
Espetáculo mostra que brinquedos analógicos podem ser tão divertidos quanto os eletrônicos
Enquanto espera os convidados para a comemoração de seu aniversário, o palhaço Presuntinho coloca tanto ar nos pulmões para encher um balão que acaba perdendo a voz. Sozinho em cena, e sem fala, Presuntinho mantém o compromisso de animar sua festa e, para isso, conta com os risos da criançada no Espaço Cultural Pé Direito, neste sábado (29/3), às 18h, e domingo (30/3), às 17h.

Com um chapéu que se transforma em bolo de aniversário e um violino minúsculo, o palhaço busca despertar nas crianças o gosto pela infância pré-digital, quando as brincadeiras aguçavam a criatividade e a imaginação, fazendo com que um desenho de giz de cera ou um pião fossem suficientes para animar qualquer turma.

“Não sou do tipo que apenas critica a tecnologia. Ela é boa também. As crianças aprendem rápido porque o visual é mais interessante. Mas, no digital, perdemos a interação, a presença do outro. Se no videogame tenho um ou dois amigos, numa brincadeira de rua tenho mais de 10”, conta o ator João Henrique Veloso, intérprete do palhaço Presuntinho e autor do texto.

A partir do humor-físico — técnica teatral que não utiliza palavras, mas apenas expressões corporais —, Veloso provoca a imaginação das crianças e mostra que, de objetos simples, pode surgir a melhor brincadeira.

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