Brasília-DF,
26/SET/2018

Retrospectiva comemora um século do cinema produzido na Índia

A mostra 100 Anos Cinema Indiano divulga a diversidade das produções daquele país

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Ricardo Daehn Publicação:05/05/2014 08:20
'Água' aponta para a renovação do cinema indiano  (Bharti Jakhar/Divulgação)
"Água" aponta para a renovação do cinema indiano

Há dois anos, o casal formado pelo músico Ananda Jyothi e a cineasta Carina Bini Fernandes se projetou, por trás da curadoria de Bhava: Universo do Cinema Indiano, o maior painel com difusão da sétima arte  indiana. Retomando a iniciativa, ainda que sem perfeita sincronia na celebração, a mostra 100 Anos Cinema Indiano (a rigor, datada para 2013) chega ao Auditório do Museu Nacional dos Correios (Setor Comercial Sul, Qd. 4, Bl. A), com entrada franca.

Hoje, o filme programado para as 19h30, Água, ao mesmo tempo reforça traços daquele cinema (com mais de duas horas de duração), aponta para renovação — ao dispor de efeitos especiais. Na trama, Bakka tem poderes sensoriais usados na busca por água no deserto. Ele parece sensibilizado com a realidade de flamingos sedentos que morrem aos borbotões. Ações de estímulo à sustentabilidade esbarram no caráter mais obscuro dos seres humanos, na fita.

O Fabricante de caixões, é a atração de amanhã que coloca o cinema indiano encostando nas marcas de Ingmar Bergman. Jogos de xadrez e o contato direto do protagonista com a morte demarcam a homenagem da diretora Veena Bakshi. No enredo, o azedo carpinteiro Anton — dedicado à confecções de caixões — passa por uma revitalização brusca, exatamente por conhecer a data de sua morte, na interiorana aldeia de Goa.

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