Brasília-DF,
23/OUT/2018

Conhecido pela versão cinematográfica, E aí, comeu? volta a ser encenado no teatro

A peça retorna a Brasília, em nova montagem, com Leona Cavalli e Marcos Pasquim

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Diego Ponce de Leon Publicação:16/05/2014 06:09
Três amigos de infância se reúnem para conversar sobre temas como machismo (Deca Produções/Divulgação)
Três amigos de infância se reúnem para conversar sobre temas como machismo

Poucos lembram, mas E aí, comeu? apareceu, pela primeira vez, em 1998. Marcelo Rubens Paiva escreveu o texto para os palcos. Somente anos depois, o enredo acabou conhecido nacionalmente, por conta do filme, de mesmo nome, que levou quase 3 milhões de pessoas ao cinema, em 2012. A peça retorna a Brasília, em nova montagem, com Leona Cavalli e Marcos Pasquim.

Por meio da irreverência, a história desvenda os personagens e elementos que povoam o universo masculino. Três amigos de infância ilustram as conversas peculiares que costumam acontecer entre os homens quando estão sozinhos.

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A figura feminina, claro, é pauta recorrente entre eles, que aproveitam os encontros para desabafar (e brincar) sobre casamento, depressão, sexo e temas afins. Leona Cavalli se desdobra para interpretar sete mulheres.

O fato de estar à frente de uma trama conhecida do público não desmotiva a atriz. Leona lembra que “todos os grandes textos estão abertos a múltiplas interpretações”. Segundo ela, o desafio transparece “mais uma certeza de que o texto é bom e digno de ser revisto”.

Duas perguntas Leona Cavalli

Quem assistiu ao filme pode esperar algo diferente?

Sim, o filme é apenas inspirado na peça. O texto do Marcelo Rubens Paiva é de uma inteligência teatral grande, muito divertido, mas também aborda questões delicadas — solidão, preconceito, aborto, machismo — com muito humor e leveza. De uma forma única.

O fato de ser um enredo conhecido não atrapalha?


Para mim, esse é um dos grandes prazeres da peça. Falar de um tema conhecido, uma história familiar, mas de uma forma completamente diferente, original. Dá a possibilidade da autenticidade na interpretação e isso é o que mais me instiga em qualquer papel: a possibilidade de ser único.

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