Brasília-DF,
19/JUN/2018

Ópera de Viktor Ullmann será remontada na capital federal neste fim de semana

A orquestra é formada por 15 musicistas sob a batuta de Gustavo Koberstein.

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Luana Brasil - Especial para o Correio Publicação:30/05/2014 06:13Atualização:30/05/2014 10:19
Espetáculo brasiliense tem ares de superprodução (Natália Valarini/Divulgação)
Espetáculo brasiliense tem ares de superprodução

A ópera de câmara O imperador de Atlântida ou a recusa da morte em matar, do tcheco Viktor Ullmann, será remontada em Brasília neste fim de semana.

A montagem brasiliense relembra os horrores do regime totalitário alemão, revelando — nas músicas — os absurdos da Segunda Guerra Mundial. “Além de compositor, Ullmann foi um corajoso crítico do regime nazista, da intolerância e do genocídio de que ele mesmo foi vítima”, diz o cantor Marlon Maia.

“Esta é uma ópera moderna. A linguagem combina elementos clássicos com o jazz americano”, conta. Segundo ele, “a ópera é  contemporânea, quando trata de intolerâncias raciais, sociais e de gênero”. No palco, ele tem a companhia de seis atores e de uma orquestra formada por 15 musicistas sob a batuta de Gustavo Koberstein.

Uma curiosidade é que os manuscritos da obra quase foram perdidos quando o autor foi levado à câmara de gás no campo de concetração de Theresienstadt. Eles foram salvos por um professor de filosofia.

O Imperador de Atlântida ou a recusa da morte em matar

Centro Cultural de Brasília (601 Norte, Lote B, L2 Norte). Sexta (30/5), às 20h; sábado (31/5), às 21h; domingo (1/6), às 18h. Ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia). Não recomendado para menores de 14 anos.

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