Brasília-DF,
25/FEV/2018

Grupo reverencia o papel das mulheres em atividades como cantiga de roda

Dirigida por José Regino, a peça reúne quatro histórias de transformação vividas por mulheres brincantes da cultura popular

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Maiesse Gramacho - Especial para o Correio Publicação:13/06/2014 06:08Atualização:13/06/2014 11:35
O diretor José Regino buscou valorizar a versatilidade das atrizes
 (Nara Oliveira/Divulgação)
O diretor José Regino buscou valorizar a versatilidade das atrizes

A tradição feminina de contar histórias e de dançar e cantar em roda serviu de inspiração para o novo espetáculo do grupo Casa Moringa, formado por educadoras e artistas de Taguatinga. Batizada de Mulheres brincantes, a montagem estreia neste fim de semana, no Teatro da Praça, com entrada franca.

A peça, dirigida por José Regino, reúne quatro histórias de transformação vividas por mulheres brincantes da cultura popular. São personagens que cantam, dançam e brincam para superar a dor e celebrar o prazer pelo fazer da arte.

“A cultura popular parte da valorização do que o sujeito possui. Ele brinca com o que ele é. Por isso, minha prioridade foi a especifidade de cada uma das atrizes. O que cada uma tem de mais peculiar foi colocado em cena”, diz José Regino.

A ideia de Mulheres brincantes é reverenciar o papel da mulher dentro das manifestações tradicionais. A montagem trabalha a reconstrução de arquétipos criados sobre o feminino e discute algumas feridas sociais ligadas a questões de gênero dentro e fora da tradição.

Mulheres brincantes

Teatro da Praça de Taguatinga (CNB 1 AE 1, Taguatinga Norte). Sábado e domingo, às 20h. Informações: 8110-7383. Entrada franca. Classificação indicativa: 12 anos.

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