Brasília-DF,
17/JUN/2018

Grupo Amigos do Pagode 90 se apresentam nesta sexta-feira no Santa Copa

Formada por Salgadinho, Chrigor e Márcio Art, a banda tocará os principais hits da década de 1990

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Adriana Izel Publicação:04/07/2014 06:02Atualização:03/07/2014 11:57
Grupo Amigos do Pagode 90 (Um Nome Comunicação/Divulgação)
Grupo Amigos do Pagode 90

Pela primeira vez na capital, o grupo Amigos do Pagode 90 se apresenta em mais uma edição da Santa Copa, marcada para sexta-feira (4/7), às 16h, na Arena Budweiser (SHTN, Tc. 1). Formada por Salgadinho, Chrigor e Márcio Art, a banda tocará os principais hits da década de 1990. “A gente já estava com vontade de levar esse projeto para Brasília. Tenho certeza de que será sucesso”, comenta Salgadinho. O cantor diz que é um privilégio cantar em dia de jogo. “Lá em casa, se fala mais de futebol do que de música. Acho que vai dar Brasil”, defende o artista. Ingressos a R$ 70 (mulheres) e 90 (homens). Os 200 primeiros assinantes do Correio a comprar a entrada ganham outro ingresso de igual valor. Pontos de venda: Koni Store, Zimbrus e pelo site.

Quatro perguntas // Salgadinho, do Amigos do Pagode 90


Como surgiu a ideia de criar o projeto?

Eu tinham essa ideia em mente há alguns anos. Imaginava o Chrigor (ex-Exaltasamba) cantando comigo, só que a galera do pagode trabalha demais, mesmo que não esteja aparecendo na mídia, e é difícil conciliar as agendas. No ano pssado, a gente decidiu realizar esse projeto. Daí o Márcio Art (ex-Art Popular) saiu em carreira solo no ano passado e foi ótimo porque o grupo dele foi um dos que mais vendeu dos anos 1990, além dele ter uma voz marcante. Tem um mar de gente que poderia participar desse projeto, mas cada tem um profissão. O Netinho de Paula, por exemplo, virou político... Nós três já nos davámos superbem e temos esse lance de sermos amigos de verdade. Então, nesse sentido, ficou fácil de fazer.

Vocês três já se apresentam em Brasília diversas vezes, mas essa será a primeira vez que irão trazer o projeto Amigos do Pagode 90. Como está a expectativa de vocês para essa estreia na capital?

Em todos os lugares que nos apresentamos o que acontece é que somos bem recebidos. Os shows em carreira solo são muito legais, a gente canta os nossos sucessos. Mas, realmente, a gente cantando junto causa um frisson grande na galera. Esse projeto mexeu com a estrutura musical do pagode, do samba e do país inteiro. A gente se emociona e o público também. A gente já estava com vontade de levar esse projeto para Brasília há algum tempo. Nas redes sociais, o apelo já era muito grande. Agora tenho certeza que será um sucesso.

Em relação ao repertório, o que o público pode esperar?

O repertório é totalmente dos anos 1990. Aquilo que a gente se propôs a fazer. São duas horas de show com vários sucessos. Tenho certeza que o público vai cantar do começo ao fim.

Como é cantar no mesmo dia de um jogo do Brasil? Vocês acompanham as partidas?

Sou fanático por futebol. Aqui em casa se fala mais de futebol do que em música. E se tratando de Brasil até quem não gosta muito de futebol fica torcendo. Acho que vai dar Brasil, eu quero apostar no Brasil. Acho que o elenco que a gente tem na Seleção está muito bom, mas o esquema está muito fraco. Não que eu seja técnico. Mas acho que precisamos dar mais oportunidade para jogar de outras formas que não forçassem tanto o Neymar, poderia liberar mais o jogadores para jogar.

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