Brasília-DF,
23/JUN/2018

Danielle Winits e Rainer Cadete prometem bons risos em espetáculo

A trama serve como gancho para um debate sobre dilemas éticos e morais da vida pública e privada

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Diego Ponce de Leon Publicação:18/07/2014 06:25
O elenco encara versão de Artur Xexeo e direção de Cininha de Paula (Leo Aversa/Divulgação)
O elenco encara versão de Artur Xexeo e direção de Cininha de Paula

A atriz Jodie Foster prejudicou a carreira ao assumir a homossexualidade? José de Abreu perdeu espaço ao admitir experiências bissexuais? O peso da sexualidade na imagem de uma pessoa pública é uma das principais questões da peça Quem ri por último ri melhor, que ocupa o Teatro Unip (913 Sul), neste fim de semana.

Danielle Winits assume o papel de uma agente de atores que precisa manter intacta a popularidade de Mateus, um cliente interpretado por Júlio Rocha. A dificuldade ganha ares catárticos quando Mateus, um astro do cinema, apaixona-se por Alex. O brasiliense Rainer Cadete dá vida ao amante. Como se ainda não fosse o bastante, Alex mantém uma namorada, Helena, papel de Sara Freitas.
 
A emaranhada trama serve como gancho para um debate sobre dilemas éticos e morais da vida pública e privada. Baseada em texto do americano Douglas Carter Beane, a peça oferece uma ácida discussão, com ótimas doses de humor.

Duas perguntas Rainer Cadete

Qual a sensação de se apresentar em casa?

Amo trazer espetáculos para a minha cidade. Apresentar-me para uma plateia inteligente e bem-humorada faz toda a diferença no teatro. A peça é uma comédia que faz pensar. A cada risada do público, nós nos enchemos de alegria, uma verdadeira troca. Estou ansioso para escutar a risada dos meus conterrâneos.

Sua ascensão na carreira tem motivado muitos por aqui…

Acredito no trabalho artesanal do dia a dia, no estudo, na mágica da arte que transforma, na disciplina e na paixão. Sinto-me feliz e privilegiado em ter a oportunidade de trabalhar com o que eu amo. Tenho tantos amigos talentosos que, por algum motivo, abandonaram os palcos. Eu não sei se eu seria capaz.

Quem ri por último ri melhor

Teatro Unip (913 Sul). De Artur Xexeo. Com Danielle Winits, Júlio Rocha, Rainer Cadete e Sara Freitas. Sexta, às 21h, e sádo e domingo, às 20h. Ingressos a R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Não recomendado para menores de 14 anos. Após o espetáculo
Tags: celular

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