Brasília-DF,
20/JUL/2018

Artistas plásticos utilizam a arquitetura como metáfora intimista

Victor Lema Riqué apresenta uma série de desenhos nos quais reproduz formas arquitetônicas inventadas para falar da própria sociedade

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Nahima Maciel Publicação:26/09/2014 06:20
Os desenhos de Victor Riqué apresentam influências que vão da arte déco à arquitetura stalinista (Victor Lema Rique/Divulgação)
Os desenhos de Victor Riqué apresentam influências que vão da arte déco à arquitetura stalinista

A condição feminina e a arquitetura como metáfora das relações humanas pautam as duas exposições em cartaz no Elefante Centro Cultural. Descendente de imigrantes judeus, a uruguaia Elián Stolarsky faz em Inventários uma reflexão sobre a construção da memória e a importância dos esquecimentos na reconstituição do passado.

O também uruguaio Victor Lema Riqué apresenta uma série de desenhos nos quais reproduz formas arquitetônicas inventadas para falar da própria sociedade.

“Essas séries apresentam um perfil arquitetônico com várias influências. Trago isso como metáfora para abrir caminhos de interpretação para rasgos de sociedade não construídas nas quais existem conflitos”, explica o artista, que cria cidades fictícias cujas referências estão nas cidades pelas quais já passou.

Com o título de A direção do vento predominante, a série de desenhos fala de atritos, conflitos e isolamento nas relações humanas.

Inventários e a direção do vento predominante

Elefante Centro Cultural (706 Norte, Bl. B/C, Lj. 45; 3541-3146). Até 18 de outubro. De terça a sexta, das 14h30 às 19h30; e sábado, das 15h às 18h. Entrada franca.
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