Brasília-DF,
15/OUT/2018

Longboard e skate unem sensação de liberdade e atividade física em esporte

Seja sobre o asfalto do Eixão, Ermida dom Bosco ou então em frente ao Museu Nacional, o importante é se divertir e surfar sobre rodas

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Publicação:03/10/2014 07:00
Ana Tarter indica o longboard para se exercitar e conhecer pessoas
 (Vibe Longboards/Divulgação)
Ana Tarter indica o longboard para se exercitar e conhecer pessoas

Com cada vez mais adeptos, a prática de skates e longboards faz parte do cenário de Brasília. Dar um rolê aos domingos é uma tradição para centenas de pessoas na capital. Há espaço para aqueles que só querem se divertir e para quem leva o esporte mais a sério, com etapas de campeonatos locais e nacionais acontecendo por aqui. Seja sobre o asfalto do Eixão, seja durante o pôr do sol na Ermida dom Bosco, ou então em frente ao Museu Nacional, o importante é se divertir e surfar sobre rodas.

As principais diferenças entre o skate comum e o longboard estão no tamanho da prancha e no formato das rodas, que são largas e flexíveis, aumentando a estabilidade e a fluidez do movimento. Já o skate tradicional, também conhecido como street, é ágil e permite manobras velozes.

Douglas Amorelli, 22 anos, conta que sempre gostou de andar de skate e que o longboard o devolveu equilíbrio. “Perdi estabilidade no skate por crescer demais quando tinha 17 anos. Sinto mais firmeza com o long. Consigo aliar a prática ao lazer, me divirto”, afirma o rapaz.

Já Ana Tarter, 22, começou a andar por influência de uma amiga e tomou gosto pelo esporte. “O desafio do equilíbrio, da velocidade e das manobras torna a prática mais interessante”, comenta. Ela conta que nenhum “rolê” é igual ao outro e que a prática é ótima para conhecer pessoas. “Não importa se estamos só ou com amigos. Você dita o que quer fazer. Acredito que a liberdade é a qualidade que mais define o esporte ou o hobby”, filosofa.

“Só vai aprender praticando. Sobe na prancha e rema. Se cair, levanta e tenta de novo”, aconselha o estudante de direito Matheus Fortes, 21. Ele afirma que os maiores benefícios que ganhou com a prática foram a melhora na coordenação motora, maior consciência corporal e reflexos, além de aprimorar o condicionamento físico. Apesar de jovem, afirma: “Não existe idade para começar. Já vi senhor de 60 anos descendo ladeira. Basta ter disposição”.

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