Brasília-DF,
21/JUL/2018

Há vagas para moças de fino trato retrata o universo de três mulheres

Gertrudes é senhora que aluga vagas em seu apartamento e de suas inquilinas: Lúcia e Madalena

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Mariana Vieira Publicação:31/10/2014 07:10

O cotidiano de três mulheres é tema da obra mais famosa de Alcione Araújo (Tatiana Reis/Divulgação)
O cotidiano de três mulheres é tema da obra mais famosa de Alcione Araújo


Da janela de casa, o dramaturgo Alcione Araújo (1945-2012) enxergava um ambiente feminino, onde três mulheres encenavam seus cotidianos. Dessa visão, surgiu o texto Há vagas para moças de fino trato (1974), que se tornou um dos seus trabalhos mais encenados. Não à toa, o diretor brasiliense Cléber Lopes se debruça na obra pela terceira vez.

“Eu me identifico muito com a obra de Alcione Araújo. Ele escreve de uma forma que me agrada bastante e que tem muito a ver com o tipo de teatro que faço”, explica Lopes.

A nova montagem, que tem no elenco Dina Brandão, Giselle Zivianki e Gleide Firmino, revive o universo de Gertrudes, senhora que aluga vagas em seu apartamento e de suas inquilinas: Lúcia e Madalena.


A marca do diretor aparece na alteração do formato do espetáculo, aqui aproximado de um set de filmagens. “Sempre quis fazer uma versão que pudesse ser montada e desmontada em qualquer lugar e que dialogasse bastante com o cinema pelo tipo de interpretação, pelo espaço cenográfico e pela disposição estética em cima do palco”, destaca.

Serviço
Há vagas para moças de fino trato
De hoje a domingo, às 20h. No Teatro da Praça (Taguatinga Centro). Entrada franca. Não recomendado para menores de 16 anos.

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