Brasília-DF,
17/NOV/2018

Companhia G7 apresenta quatro peças com temáticas diferentes

Como passar em concurso público, Como passar em concurso público 2, Casais felizes emagrecem juntos e Manual de sobrevivência ao casamento estão em cartaz nesta semana

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Rebeca Oliveira Publicação:13/02/2015 06:15Atualização:13/02/2015 12:22

Em Casais felizes emagrecem juntos, grupo candango faz paródia com o universo fitness ( Breno Fortes/CB/D.A Press)
Em Casais felizes emagrecem juntos, grupo candango faz paródia com o universo fitness

Rir, definitivamente, é uma das ações preferidas de grande parte do público brasiliense que frequenta salas de teatro. Durante a folia de Momo esse comportamento não fugirá à regra. A companhia de comédia G7 realiza mais uma edição do Carnaval com G7, evento que acontece há 14 anos. Quatro de suas mais famosas peças serão exibidas de hoje, no Teatro do Maristão.

“O carnaval é, na verdade, um grande teatro. Os dois têm tudo a ver”, afirma o ator Rodolfo Cordón. “Peças cômicas precisam ser atuais, não pode seguir à risca um enredo fixo. Nas apresentações nos dias de folia, tudo vira uma festa. Costumamos levar o público ao palco, oferecemos prêmios. É muito divertido”, adianta.

As peças eleitas pela trupe foram Como passar em concurso público, Como passar em concurso público 2, Casais felizes emagrecem juntos e Manual de sobrevivência ao casamento.

O integrante do grupo — do qual também fazem parte Frederico Braga, Benetti Mendes e Felipe Gracindo — assegura que, por mais que a risada seja o cerne da companhia, não é o único objetivo do quarteto: “Gostamos de estimular a reflexão. Em Como passar em concurso público, por exemplo, tecemos críticas à politicagem e ao corporativismo brasileiro”.

Duas perguntas para Rodolfo Cordón

Dizem que o ano só começa quando o carnaval termina... Quais são os planos da companhia para 2015?

Iremos gravar e lançar o nosso próximo DVD, da peça Manual de sobrevivência ao casamento. Em junho, lançaremos um projeto inédito: um canal de vídeos na internet. A ideia é produzir sete vídeos por mês.

É uma maneira de se alinhar a outros grupos brasileiros, como o Porta dos Fundos?

É um fluxo comum. Os Melhores do Mundo, por exemplo, são grande influência para nós, e foram do teatro para a tevê. Cada grupo tem uma evolução. Resolvemos focar no teatro, e agora, quem sabe, migrar também para a internet. Mas nunca deixaremos os palcos, que é o que a gente mais gosta de fazer.

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