Brasília-DF,
18/SET/2018

Modalidade zumbahia ganha espaço nas academias com ritmo latino e alegria

A prática da modalidade queima calorias e garante a diversão

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Publicação:03/04/2015 07:45

Leandro Baiano comanda alunos de zumbahia: lado lúdico bastante incentivado
 (ClubeCoat Fitness/Divulgação
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Leandro Baiano comanda alunos de zumbahia: lado lúdico bastante incentivado

Com um repertório musical que mistura axé, samba, pagode, sertanejo, arrocha e até eletrobrega, uma nova modalidade de dança aeróbica vem animando as academias. É a zumbahia, que queima calorias e garante a diversão. A atividade, criada pelo professor Leandro Baiano, 31 anos, surgiu a partir da zumba, que apresenta ritmos latinos, como o reggaeton, a salsa, o merengue e a cúmbia, e ganhou elementos brasileiros tanto na música quanto nos passos.

“Danço há mais de 15 anos. Sou de Porto Seguro e, quando cheguei a Brasília, fiz curso de direito e me formei. No entanto, larguei tudo pela dança”, conta Baiano. Após dar aulas de zumba, o professor começou a incluir as músicas brasileiras nas classes. “Com o tempo vi uma aceitação muito grande dos alunos, com o axé, samba, pagode e sertanejo e foi natural a predominância cada vez menor de músicas latinas. E assim nasceu a zumbahia dance”, explica.

A zumbahia é indicada para todos os públicos. “Criei uma modalidade para não excluir ninguém. Tanto crianças, quantos jovens e idosos podem praticar. É uma atividade mais voltada para o lúdico, para a diversão, do que para a parte fitness”, explica. Segundo o professor, a dança é feita para eliminar o estresse e para a queima calórica, pois queima de 500 a 800 calorias por aula.

Além de tonificar os músculos, a dança trabalha a parte cardiovascular, a circulação do corpo e a respiração. “Há ainda a capacidade de melhorar a parte psíquica da pessoa. Muitos chegam com aquela carga de estresse do dia e saem da aula com mais disposição, com um sorriso no rosto. Isso é algo que percebi tanto em mim quanto nas outras pessoas que fazem a atividade”, diz Baiano.

Segundo o professor, a receptividade da aula, que está há cerca de oito meses nas academias, tem sido boa. “A gente vê isso com as aulas sempre cheias. Quando faço o feedback os alunos dizem que se sentem bem ao fim de cada ciclo”, orgulha-se.
Tags: celular

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