Brasília-DF,
23/JUN/2018

Coletivo Samba Noir mistura tradicional ritmo do samba com a estética do cinema

O espetáculo conta com as composições contidas no álbum de estreia do grupo

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Samir Mendes - Diversão & Arte Publicação:10/04/2015 07:20

Repertório do quarteto inclui pérolas como Volta e Luz negra
 (Daryan Dornelles/Divulgação)
Repertório do quarteto inclui pérolas como Volta e Luz negra

Para aqueles que acreditam que, em um estilo centenário, como o samba, não exista mais espaço para inovações, o Grupo Coletivo Samba Noir está aí para provar o contrário. O quarteto que mistura o tradicional ritmo com a estética do cinema noir e uma singular linguagem cênica e musical se apresenta no CCBB até domingo.

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Luís Filipe de Lima, responsável pelo violão de sete cordas, conta como nasceu a ideia de montar o coletivo: “Surgiu da vontade que Katia B (voz e guitarra) e eu tínhamos de trabalhar juntos. Daí foi natural pensarmos em unir o samba, minha principal referência musical, às texturas eletrônicas e experimentais presentes na trajetória da Katia, e também investir no nosso gosto em comum por temas densos. Apareceu assim o conceito de samba noir. Chamamos Marcos Suzano (ritmo e voz), parceiro musical constante de Katia, que trouxe Guilherme Gê (teclado e voz). A quadrilha estava formada”.

O espetáculo conta com as composições contidas no álbum de estreia do grupo, Samba Noir, lançado no ano passado, e mais números de autoria de alguns dos mais célebres sambistas da história, entre eles Nelson Cavaquinho (Luz negra), Lupicínio Rodrigues (Volta e Aves daninhas), Ary Barroso (Risque), Cartola (Autonomia) e Noel Rosa (Pra que mentir?), tudo acompanhado por projeções de imagens e videografia em espaços inusitados, como tecidos e fumaça.

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