Brasília-DF,
16/JUL/2018

Espetáculo Camélia traz debate sobre nazismo, preconceito e amor

A peça, que conta com direção de Luana Proença, está em cartaz no Teatro Garagem

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Publicação:17/04/2015 07:45

Roteiro desfragmentado e trilha sonora de personalidade marcam Camélia
 (Diego Bresani/Divulgação)
Roteiro desfragmentado e trilha sonora de personalidade marcam Camélia

Um ano depois de estrear em Brasília e chegar a tablados cariocas, o espetáculo Camélia está de volta aos palcos.

O público é apresentado a Sidonie Csillag, primeira paciente homossexual de Freud. Aos cem anos de idade, ela remonta suas memórias e traz à tona assuntos como nazismo, preconceito e, especialmente, a procura pelo amor. Discussões atuais como a cura gay são levantadas pelo texto.

Em uma espécie de autoanálise com toques de humor ácido, Camélia alterna momentos de doçura com passagens explosivas, nas quais a protagonista mostra toda sua força.

A atmosfera surrealista aparece no roteiro, um tanto desfragmentado; no cenário, pontuado por obras de Picasso e Dalí; e na trilha sonora que passeia por um século de música e vai de Billie Holiday a ABBA.

Camélia

Texto de Ronaldo Ventura. Direção de Luana Proença, com Cíntia Portella, Luana Proença, Marcelo Nenevê, Rodolfo Godoi, Suelem Araújo, Tainá Palitot e Tati Ramos. No Teatro Garagem (SESC 913 Sul), de hoje a domingo, às 20h. Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Classificação indicativa: 16 anos.
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