Brasília-DF,
15/AGO/2018

Grupo Ponto Br une diversos ritmos em apresentação na Caixa Cultural

O som mistura maracatu, carimbó, ciranda, coco e outros estilos

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Rodrigo Vasconcelos - Especial para o Correio Publicação:29/05/2015 07:07
Ritmos reunidos no repertório do Ponto Br têm origem africana (	Geórgia Branco/CB/D.A Press)
Ritmos reunidos no repertório do Ponto Br têm origem africana

Da união de mestres da cultura nacional surgiu a ideia para criar o Ponto Br, grupo regional que mistura maracatu, carimbó, ciranda, coco, e outros ritmos no show Na eira, destaque da Caixa Cultural amanhã e domingo.

Desde o festival cubano Wemilere, em 2002, o Ponto Br fez apresentações pelo país até gravar o primeiro disco, que deu nome ao show.

O grupo é formado por músicos contemporâneos como Mestre Walter, do Maracatu Estrela Brilhante de Recife (PE); Dona Zezé de Iemanjá e Dindinha Menezes, caixeiras do Divino e integrantes da Casa Fanti Ashanti em São Luis (MA); a paulistana Renata Amaral; o pernambucano Eder "O" Rocha; o suíço Thomas Rohrer e o maranhense Henrique Menezes.

Duas perguntas Renata Amaral

Qual o objetivo em juntar tantos ritmos diferentes?


Queríamos um novo caminho para a abordagem estética e musical, que é a que esses mestres trazem da tradição e das artes integradas. Nenhum desses ritmos é só musica, tem também dança, teatro, design, indumentária, poesia.

Como harmonizar a mistura de tantos ritmos?

A harmonia vem com a convivência, com a vivência longa nesse repertório. Ensaiamos muito. Fizemos o disco quase ao vivo, no estúdio, mas tocamos juntos. Muitos desses ritmos têm matrizes comuns, das tradições africanas, afro-religiosas. Cada um tem o seu domínio e ensina ao outro.

Tags: celular

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