Brasília-DF,
19/DEZ/2018

Grupo Poetizar fala sobre aceitação social em peça 'Meu precioso cabaré'

O espetáculo mostra o cotidiano de uma jovem com síndrome de Down

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Isabella de Andrade - Especial para o Correio - Publicação:01/07/2016 06:01Atualização:01/07/2016 14:22

A apresentação faz reflexões a respeito da transformação social (Simone Mariano/Divulgaçao)
A apresentação faz reflexões a respeito da transformação social
 

O grupo poetizar — Coletivo teatral inaugura os trabalhos cênicos com a peça Meu precioso cabaré, que mostra de maneira poética o cotidiano de uma jovem com síndrome de Down e as discussões políticas em torno da nova capital do país.

Na história, dois irmãos tentam manter de pé o sonho de uma casa de espetáculos. Dirigida por Rômulo Mendes, a peça é capaz de trazer reflexões a respeito de transformação social e de aceitação. “A pesquisa parte da voz e da palavra de quem já foi excluído. O que essas pessoas querem mostrar delas mesmas? O que querem falar ao mundo? Como são vistas? Quais as suas verdadeiras histórias? A partir daí, a dramaturgia é escrita, tentando dar voz a essas pessoas e inseri-las no convívio social de forma mais real e menos de maneira utópica”, conta o diretor.

Rômulo conta que o grupo tentou buscar um caminho em que os 12 personagens presentes na peça possam mostrar suas histórias e segredos. Dessa maneira, é também possível buscar um olhar diferenciado em relação ao tema da síndrome de Down, criando e vivendo uma relação muito próxima da realidade de uma pessoa com a síndrome e de quem convive com ela.

SERVIÇO

Meu precioso cabaré
Teatro Goldoni (Casa d’Itália 208/209 Sul). Sábado (9/7), às 21h, e domingo (10/7), às 20h. Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Não recomendado para menores de 14 anos. Informações: 98102-8000 e 99641-4169.

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