Brasília-DF,
20/OUT/2018

Sérgio Mallandro relembra momentos marcantes de sua carreira em stand up

Sucesso de público, o espetáculo traz momentos nostálgicos com a irreverente performance do humorista

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Publicação:05/08/2016 07:02Atualização:04/08/2016 17:06
Sérgio Mallandro lembrará personagens que passaram pela vida dele desde 1980 (Marcello Terra/Divulgação)
Sérgio Mallandro lembrará personagens que passaram pela vida dele desde 1980
 
Depois que foi descoberto por Silvio Santos, o carioca Sérgio Neiva Cavalcanti nunca mais foi a mesma pessoa. Com um jeito moleque, cheio de bordões autênticos e criativos, o sucesso na tevê nas décadas de 1980 e 1990 transformou o personagem Sérgio Mallandro em um dos personagens mais populares da televisão brasileira.
 
De volta à capital, o humorista fica em cartaz somente este final de semana com seu espetáculo Stand up comedy show — Sem censura, escrito e dirigido por ele mesmo. O show reúne textos que marcaram sua carreira na televisão, cinema, música, além da clássica performance, marca registrada de Serginho Mallandro.
 
Sucesso de público, o espetáculo traz histórias e personagens que passaram pela vida de Mallandro desde a década de 1980, prometendo boas risadas e uma dose de nostalgia.

Três perguntas para Sérgio Mallandro

Boa parte dos primeiros anos da sua carreira foram dedicados diretamente ao público infantil. Deixar de fazer programa infantil foi uma escolha?
Eu apenas fui fiel às crianças que cresceram comigo. De repente eles já estavam com 18 anos e eu comecei a fazer show para os universitários cantando Farofa fa, Bilu tetéia. Meu repertório é maravilhoso, né? O povo era surdo e comprava o disco, vendeu milhares de cópias (risos).

Quando e por que você decidiu fazer stand up?
Decidi fazer stand up quando eu vi que o povo estava triste, que o povo precisava rir. Pensei: “Vou fazer stand up para fazer o povo dar risada!”. Uma amiga minha falou assim: “Serginho, você tem que fazer stand up” e eu entendi estandarte, perguntei: “Que dia que é negócio de estandarte?” e ela falou “É stand up, que os comediantes fazem”.
 
Você acha que tem limites para o humor? O que você acha do politicamente correto no humor?
Olha, eu acho que o humor não tem que ter limites, tem que ter bom senso. Eu, por exemplo não gosto de fazer com que ninguém da minha plateia se sinta constrangido. Eu brinco com meu público, mas não quero que ninguém vá no meu show e se sinta mal. Então eu falo de mim, eu ridicularizo a mim mesmo, porque acho que no stand up cada um tem que falar de si. Eu conto história da minha vida, das pessoas que passaram por ela, conto histórias de todos os artistas.

SERVIÇO
Stand up comedy show - Sem censura
Com Sérgio Mallandro. Teatro dos Bancários (314/315 Sul; 3262-9090). Amanhã, às 20 e às 22h, e domingo,
às 19h e às 21h. Ingressos: R$ 90 e R$ 45 (meia). Não recomendado para menores de 14 anos.

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