Brasília-DF,
23/SET/2018

Monólogo traz referências de rituais japoneses

Pequenos dramas existenciais compõem a trama do espetáculo 'Raroquerer Haraquiri'

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Isabella de Andrade - Especial para o Correio - Publicação:09/09/2016 07:00
'Raroquerer Haraquiri' acompanha a vida de Germano: da infância à vida adulta
 (Arquivo Pessoal/Divulgação)
'Raroquerer Haraquiri' acompanha a vida de Germano: da infância à vida adulta
 
O monólogo Raroquerer Haraquiri pretende levar o público para dentro do processo criativo de um escritor. Os espectadores são conduzidos à simulação da vida de Germano, desde a infância, procurando pela sua parte mais ingênua e sincera, até a fase adulta, embarcando em um processo no qual, vestido de gueixa, o personagem vai se desconstruindo ao passo que perde sua ingenuidade.

“A proposta é fazer um espetáculo, embora intimista, um pouco menos sisudo, com projeção de vídeo, músicas e dança”, afirma o autor e ator Roberto Dias.

Roberto conta que a criação foi feita em conversas com a atriz Silmara Silva e o diretor de teatro Adriano Abreu. “A peça vem de uma colcha de retalhos de vários textos, filmes e referências pessoais. O próprio título é uma mistura de referências fílmicas.

Os temas são universais. São os pequenos dramas existenciais. O diálogo com o público se dá nesta tentativa de desnudar a protagonista ao ponto de ela revelar os problemas mais internos, e, ao mesmo tempo, tão comuns a todas as pessoas, como o relacionamento amoroso, a relação com o pai, com o ofício de escritor e com a própria vida”, declara o autor.

SERVIÇO
Raroquerer Haraquiri
Teatro Paulo Autran (Sesc Taguatinga Norte CNB 12, AE 2/3). Hoje, às 21h. Entrada gratuita. Classificação indicativa: 16 anos.

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