Brasília-DF,
23/JUN/2018

Festival reúne cinema e gastronomia em Pirenópolis, no Goiás

A cidade sediará exibições de filmes e debates sobre alimentação e cultura local

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Publicação:16/09/2016 07:00Atualização:15/09/2016 14:20
O cineasta Sérgio Moriconi é o idealizador e curador do festival (Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
O cineasta Sérgio Moriconi é o idealizador e curador do festival
 
Neste fim de semana, as encantadoras cachoeiras deixarão de ser a principal atração da vizinha Pirenópolis. É que a cidade se rende ao cinema e à gastronomia, com a sétima edição do Festival Slow Filme de cinema, alimentação e cultura local, que segue até domingo.

O evento procura recuperar as tradições culinárias, respeitando as estações do ano e o conceito segundo o qual o alimento deve percorrer o menor percurso possível entre o produtor e o consumidor. Na telona, o público poderá conferir curtas e longas-metragens de diversos países, relacionados ao tema principal.

“Nós nos inspiramos em um festival italiano e criamos um conceito próprio, a gente quis fazer com que as pessoas fizessem uma analogia com o slow food e o slow film, que é o oposto do consumo rápido”, afirma o curador Sérgio Moriconi.

O festival contará com a presença de Leonardo Brandt, diretor do filme Comer o quê? e do cineasta português Tiago Pereira, que trabalha com temas culturais regionais, abordando a gastronomia no filme Esporão & comida portuguesa a gostar dela própria.

Para a parte gastronômica, a chef Regina Tchelly foi convidada para falar, em palestra, sobre o projeto Favela orgânica, que busca aproveitar os alimentos ao máximo, diminuindo o desperdício.

Programação:

Hoje
•15h – O prato perene (Chá para dois – 3’57) + O ADN do ceviche (85min)
•16h30 – Brasa (7’) Noma – Minha tempestade perfeita (95min)
•18h30 – O prato perene (O mel de Kars, 4’30) Mais que Mel (91min)
•20h30 – Guardiãs do queijo coalho do sertão (14min) Comer o quê? (60min). Sessão seguida de conversa com o diretor Leonardo Brant e com Regina Tchelly Freitas, criadora da Favela Orgânica.

Amanhã
•14h45 – Episódio A música portuguesa a gostar dela própria (Flores do Alentejo — Vindo eu de longe ao longe) O sonho de Sônia (14min) caracóis (30min)
•16h — Episódio A música portuguesa a gostar dela própria (Adélia Garcia — Só nós dois é que sabemos) Retrato de um jardim (98min)
•18h – Episódio A música portuguesa a gostar dela própria (Paisagem sonora: Manuel Augusto dos Santos – Chamamento de rebanho) Jerez – O mistério do palo cortado (88min)
•20h – O prato perene: O conto de duas coberturas (5’35) Caçadores de trufas (4’45) Há somente café (4’32) Um ato de resistência (4’03)

•20h30 – Lançamento, no Brasil, do projeto Esporão & a comida portuguesa a gostar dela própria, com a presença do realizador Tiago Pereira e do chef André Magalhães. Exibição dos episódios Torricado (7’) Cataplana de Litão do Rio Formosa (6’30) Túberas com molho amarelo

Domingo
• 15h – O prato perene (Com sentido, 7’08) Retorno a Yarasquin (35min)
• 16h15 — Pequena floresta (60min)
• 18h – Vamos todos para Larzak (118min)
 
SERVIÇO
7º Festival Slow Filme 
Cine Pireneus (Pirenópolis). 15 a 18 de setembro. Entrada franca. 

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