Brasília-DF,
22/AGO/2017

Família em campo de refugiados é tema da peça 'O longe'

O novo espetáculo da Cia. Burlesca é inspirado em conto de Nadine Gordimer

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Isabella de Andrade - Especial para o Correio - Publicação:03/02/2017 06:05Atualização:03/02/2017 11:00
A narrativa não linear é uma das marcas de O longe, da Cia. Burlesca (Thaís Mallon/Divulgação)
A narrativa não linear é uma das marcas de O longe, da Cia. Burlesca
 
Inspirado no conto Safári definitivo, de Nadine Gordimer, O longe é a primeira peça adulta da Cia. Burlesca. Em cena, Julie Wetzel e Lyvian Sena interpretam a história de uma família moçambicana num campo de refugiados.
 
O enredo é narrado sob a perspectiva de uma menina. As duas personagens do conto original tiveram as trajetórias somadas às das duas atrizes e a percepção é de que, apesar de singulares, os caminhos são comuns às mulheres.
 
A diretora Patrícia Barros conta que seu papel em O longe foi o de provocadora. “Essa história não linear é porque não há uma ordem cronológica nas cenas. A narrativa vai sendo construída com idas e vindas. O espectador é ativo, não apenas um receptor, ele vai construindo a história”, afirma a diretora.

Serviço
O longe
Com a Cia. Burlesca. Sala Conchita (Teatro Dulcina). Hoje e amanhã, às 20h, e domingo, às 19h. Ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Classificação indicativa livre.

Tags: O longe teatro

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