Brasília-DF,
19/AGO/2017

Exposição narra a história do povo nativo da Austrália

Com geometria e formas orgânicas, a mostra 'O tempo dos sonhos: Arte aborígene contemporânea da Austrália' fica atpe 16 de julho na Caixa Cultural

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Nahima Maciel Publicação:02/06/2017 09:52Atualização:02/06/2017 09:58
Telas de O tempo dos sonhos são uma forma de protesto (Rover Thomas/Divulgação)
Telas de O tempo dos sonhos são uma forma de protesto
A arte produzida pelo povo indígena da Austrália é o tema de O tempo dos sonhos: arte aborígene contemporânea da Austrália. A mostra reúne 60 obras de artistas considerados os mais importantes da produção aborígene contemporânea. 
 
A intenção do curador Clay D´Paula, que divide a curadoria com os australianos Adrian Newstead e Djon Mundine, é apresentar uma produção pouco conhecida no Brasil e provocar uma reflexão sobre a importância da arte feita por povos autóctones. “A arte aborígene pode lembrar uma abstração, mas eles estão contando uma narrativa que não tem início, meio e fim. Eles utilizam desenhos estilizados para nos contar uma narrativa”, avisa D´Paula.
 
Boa parte da produção é baseada em composições abstratas que misturam um pouco de geometria a formas orgânicas para narrar o imaginário e a própria história dos nativos. “É uma arte de protesto”, explica o curador. “De resiliência e afirmação do que é ser indígena. É uma forma de protesto contra as mazelas que sofreram durante a colonização.”
 
Serviço
O tempo dos sonhos: Arte aborígene contemporânea da Austrália
CAIXA Cultural Brasília (SBS Q 04 – Lotes 3/4 - Edifício anexo 
à matriz da CAIXA). Curadoria: Clay D´Paula, Adrian Newstead e Djon Mundine. Visitação ate 16 de julho, de terça a domingo, das 9h às 21h.
 


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