Brasília-DF,
03/JUN/2020

Último capítulo do folhetim da Record José do Egito vai ao ar quarta-feira

A minissérie ficou consolidada como bem trabalhada, o que reforça a teledramaturgia do canal

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Chico Neto Publicação:06/10/2013 06:01Atualização:04/10/2013 11:34

Cenas de impacto estão presentes na produção desde a estreia (Central Record de Comunicação/Divulgação)
Cenas de impacto estão presentes na produção desde a estreia

Um passo do desfecho — o último dos 38 capítulos vai ao ar quarta-feira (9/10) —, José do Egito se despede e deixa no ar o sabor da cereja do bolo do 60º aniversário da Record. É o tempo em que o canal, um dos primeiros lançados logo após a chegada da televisão ao Brasil, pode brindar a um êxito no competido mercado de tevês abertas: o nicho das minisséries épicas. Há o que comemorar em uma atração que, guiada pela meta oficial de 12 pontos de audiência, registrou a média de 14 pontos, com pico de 16 e, em Brasília, até de 18, chegando a mais de 20 em Fortaleza. Cada ponto equivale a 62 mil domicílios com aparelhos de tevê ligados. Ambientada em tempos bíblicos, José do Egito conquistou o público pela química feliz entre o texto de Vivian de Oliveira, a direção de Alexandre Avancini e um elenco enxuto o suficiente para cada um mostrar a que veio ao longo da história.

Com tantos números no histórico, a minissérie não tem nada de matematicamente exato a compor seu tecido. Pelo contrário: é de subjetividades e paixões inerentes ao imperfeito ser humano que o roteiro se compõe. Adaptada à linguagem televisiva, a história de José traz passagens marcadas por sofrimento, vingança, inveja e traição, sem deixar de lado amor, perdão, esperança e fé. José, hebreu que virou governador do Egito após ter sido vendido como escravo pelos irmãos e sofrer muito, tem um enredo arrebatador.

 

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