Brasília-DF,
22/OUT/2021

Armação ilimitada marcou a tevê brasileira com um misto de aventura e de humor

A história mostra Juba e Lula, donos da empresa que dá nome à atração, que fazem serviços de todos os tipos

Diminuir Fonte Aumentar Fonte Imprimir Corrigir Notícia Enviar
Ataide de Almeida Jr. Publicação:22/12/2013 06:06Atualização:20/12/2013 10:56
A relação dos protagonistas também era tema da série (TV Globo/Divulgação)
A relação dos protagonistas também era tema da série
Se hoje a aposta em séries brasileiras começa a engrenar — como mostrou o TV+ na semana passada —, na década de 1980, poucos ousavam seguir esse estilo. No entanto, uma das experiências mais bem-sucedidas nesse segmento foi o seriado Armação ilimitada, transmitido pela TV Globo entre 1985 e 1988. Juba (Kadu Moliterno), Lula (André de Biasi) e Zelda (Andréa Beltrão) formavam o elenco principal.

Armação ilimitada pegou o que de melhor as séries podem trazer: a ação. A história mostra Juba e Lula, donos da empresa que dá nome à atração, que fazem serviços de todos os tipos. Assim, imagens rápidas, saltos de motocicleta e explosões davam dinâmica ao seriado.
A ação incorporou alguns elementos diferentes para a época, como uma narradora que interrompia o seriado para fazer comentários, balões de histórias em quadrinhos.

Outra inovação era o relacionamento dos dois com Zelda. A garota morava no exterior e se formou em jornalismo. Ao voltar para o Brasil, teve que fazer uma matéria sobre os empresários Juba e Lula. No entanto, apaixona-se por eles. Em vez de brigarem para ver quem ficaria com a mulher, decidem viver um triângulo amoroso moderno — algo distante da realidade, pelo menos televisiva, da época.

A trilha sonora é outro destaque. A direção musical era de Nelson Motta e tinha nomes de bandas de rock famosas, como Legião Urbana e Engenheiros do Havaí.

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.

CINEMA

TODOS OS FILMES [+]

BARES E RESTAURANTES

EVENTOS






OK