Brasília-DF,
04/JUN/2020

Colunista do caderno TV+, do Correio, comenta o capítulo final de Amor à vida

"Todos nós vimos", afirma Diego Ponce de Leon sobre o esperado Beijo gay

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Diego Ponce de Leon Publicação:01/02/2014 08:37
Há algumas semanas, disse nunca ter visto um beijo gay em novela brasileira. Era, até então, verdade. Também critiquei, algumas vezes, o texto do autor de Amor à vida, Walcyr Carrasco. E voltaria a fazê-lo. No entanto, nada disso importa. Não mais. O beijo entre Mateus Solano e Thiago Fragoso (Félix e Niko), em horário nobre, isenta Carrasco de qualquer falha anterior (e foram muitas).

Embora tenha sido o primeiro beijo gay entre homens em novelas, certamente, vimos outros tantos por aí, na vida real. Como reflexo da sociedade, Amor à vida prestou relevante serviço ao atestar o romance em suas mais diversas formas. Um recado singelo (porém, histórico) de que o tal do amor não escolhe raça, religião ou gênero.

Mas, preciso admitir, não foi minha cena favorita. Particularmente, gostei das mãos dadas de Félix e César. Emocionou. Gays estão por toda parte, inclusive, a partir de agora, nas novelas. Inclusão tardia, mas bem-vinda. Respeito, tolerância e perdão, como demonstrado na cena final entre pai e filho, andam bem mais raros.

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