Brasília-DF,
07/ABR/2020

Coluna "Eu vi" destaca os melhores e piores personagens de Amor à vida

O país se reuniu na frente da televisão para acompanhar o destino de Félix e cia.

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Diego Ponce de Leon Publicação:02/02/2014 07:10
Suzana Vieira e Mateus Solano em cena de  Amor à vida ( Raphael Dias/TV Globo)
Suzana Vieira e Mateus Solano em cena de Amor à vida

Até o fim, as reclamações não cessaram. O texto fraco, os temas sociais superficiais, os personagens petulantes, as atuações risíveis. Poderíamos jurar que Amor à vida seria um fracasso. Não foi. O país se reuniu na frente da televisão para acompanhar o destino de Félix e cia. Como (quase) sempre.

O brasileiro gosta de novela. Adora. Movido por uma vontade latente de se ver representado. De poder sentir o alívio de ser igual. Esquecer os próprios problemas para pensar nos dos outros, mesmo fictícios. Ou sonhar! Um belo partido, uma vida na praia, um cotidiano de luxo. Um Caio Castro com a sobrancelha feita. Uma Paolla Oliveira calada. Uma Susana Vieira disposta a gastar comigo. Vale tudo. Não vale nada.

Nesta segunda-feira (3/2), uma nova novela se inicia. E vamos sair correndo do trabalho para não perder uma cena, discutir os temas no almoço e no bar, desejar solitariamente aquela atriz ou ator (ou os dois), e, por fim, criticar o capítulo final. Tudo novo de novo.

Os melhores…

Melhor ator


Mateus Solano (Félix) e Antônio Fagundes (Dr. César)

Melhor atriz


Elizabeth Savalla (Márcia) e Vanessa Giácomo (Aline)

Melhor casal

Nathalia Timberg e Ary Fontoura (Bernarda e Dr. Lutero). Na verdade, o menos pior.

Destaque brasiliense

Rainer Cadete (Rafael)

Revelação

Tatá Werneck (Valdirene) e Bruna Linzmeyer (Linda) mostraram potencial, mas a estrada é longa.

Os piores…

Casal sonolento

Paolla Oliveira e Malvino
Salvador (Paloma e Bruno)

Perdido na trama

José Wilker (Dr. Herbert)

Mala

Klara Castanho (Paulinha)

Para mudar de canal

A canção de abertura
(Pobre Gonzaguinha!)

Campanhas


Gordinhas virgens, alcoolismo, autismo, homofobia.. Muitos temas, pouca densidade. Nada funcionou.

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