Brasília-DF,
20/OUT/2017

De olho na audiência, romance lésbico de 'Em família' ganha novos rumos

Envolvimento entre personagens de Giovanna Antonelli e Tainá Müller pode ser causa de rejeição

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Estado de Minas Publicação:22/04/2014 08:42
Romance de Marina e Clara não chegou a ''emplacar'' como o de Félix e Niko, em 'Amor à vida' (Paulo Belote/TV Globo)
Romance de Marina e Clara não chegou a ''emplacar'' como o de Félix e Niko, em 'Amor à vida'

Quem acompanha 'Em família' (Globo) já deve ter percebido uma mudança sutil no ensaio de romance entre Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller). Até o beijo que Marina deu em sua musa, no capítulo de quinta-feira, foi apenas de raspão. Na verdade, uma espécie de recuo estratégico, que pode ter relação com os baixos índices de audiência da novela de Manoel Carlos.

Não é o único problema da produção, mas muitos telespectadores têm criticado a inserção, às vezes forçada demais, de tramas gays nos folhetins da Globo, como em 'Joia rara', envolvendo os personagens de Marcelo Médici (Joel) e Armando Babaioff (Aderbal) – àquela altura da novela, totalmente dispensável. No caso específico de 'Em família', a rejeição ao romance da dona de casa com a fotógrafa parece maior.

Explica-se: Marina é vista como uma predadora que, apesar do jeitinho gentil e doce, se infiltra numa família feliz (aparentemente) pelo simples desejo de ter a mulher que julga ser a dos seus sonhos. Parece até o filme 'Atração fatal', que Adrian Lyne rodou em 1987, guardadas as diferenças.

Em recente capítulo, uma conversa de Marina com a parceira de sempre, Vanessa (Maria Eduarda de Carvalho), deixa claro esse comportamento da moça. A amiga colorida diz que ela só batalha por Clara porque ainda não a pode ter. E que ela, Vanessa, que está sempre por perto, já viu essa situação outras vezes.

O fato é que os novos capítulos, que teriam sido reeditados pelo autor, vão mostrar Clara tentando se acertar com o marido, Cadu (Reynaldo Gianecchini), não só pelo fato de ele estar doente e de terem um filho, Ivan (Vítor Figueiredo), mas porque realmente o ama e quer manter o casamento.

Isso não significa que Maneco tenha desistido do romance lésbico, mas poderá encaminhá-lo de uma forma mais bem elaborada, melhorando primeiramente a postura de Marina e dissipando dúvidas sobre seu verdadeiro interesse, assim como o de Clara, já menos dividida. Quem sabe assim seduza o público.

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.
ZAMITA ga 22 de Abril às 19:45

Por que não fazer uma novela bonita como antigamente Podiamos andar abraçadas sem malicia sem pudor, e os homem brincavam de lutinhas sem brigas e sem ódio, hoje não se pode mais olhar nas pessoas que já acham que é paquera, as pessoas não confiam mais em ninguém acho um absurdo o mundo que vivemos.

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ZAMITA ga 22 de Abril às 19:40

Já não gosto mais das novelas, vejo que o nosso pais tá uma pouca vergonha, com tanto incentivos demoníacos, ate as escolas não impõem respeito mais, nossas crianças crescem sem saber o que querem no futuro! Por mim que abaixe e acabe todo índices de audiência da novela de Manoel Carlos.

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juliano ferreira morais 22 de Abril às 16:46

era homem com homem, agora mulher com mulher !!! qual sera a proxima ¨novidade ¨ dessa tal de globo pelo amor de Deus façam algo de bom para nossas crianças...

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