Brasília-DF,
20/OUT/2017

Isabelle Drummond comenta a sensualidade de Megan, loira fatal em 'Geração Brasil'

Com visual inspirado em Lindsay Lohan, personagem de noval das 19h dialoga com figurinhas carimbadas das telonas e dos sites de fofocas norte-americanos

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Agência Estado Publicação:19/05/2014 10:48Atualização:23/05/2014 13:29
Intérprete de Megan, em Geração Brasil, comenta sobre sua personagem (TV Globo/Divulgação)
Intérprete de Megan, em Geração Brasil, comenta sobre sua personagem
Esqueça as mocinhas românticas. Isabelle Drummond está mais afiada que nunca no papel da patricinha rebelde Megan Parker, de Geração Brasil. A mudança começou pelo visual da atriz. Mais loura e mais sensual, por causa de uma vasta cabeleira, Isabelle conta que demorou a se acostumar com o novo figurino, mas que é ele que a ajuda a compor mais intimamente a personagem.

Na trama, ela volta a fazer par romântico com Humberto Carrão - em um triângulo amoroso com a personagem de Chandelly Braz. Na vida real, Isabelle namora o músico Tiago Iorc. O relacionamento, que vinha sendo mantido em sigilo, tornou-se público na festa de lançamento da trama, no Circo Voador, no Rio de Janeiro.

Isabelle apareceu com o namorado e os dois não se desgrudaram a noite inteira. A atriz também conta nesta entrevista que relutou em aceitar a personagem, já que seu último trabalho, na novela Sangue bom, ainda estava muito recente. Mas voltar a atuar em uma novela dos autores de Cheias de charme (Filipe Miguez e Izabel de Oliveira) ajudou na decisão.

A Megan é quase uma personagem do mundo das celebridades americanas. Como está sendo o trabalho?
Ela vive nesse universo muito midiático, então não tem limites, mas não é só porque ela quer. Ela se vê lançada nesse mundo e não sabe como se livrar. Mas, no fundo, ela é uma menina dócil. A própria caracterização tem uma mistura de personalidades. Ao mesmo tempo em que tem uma menina meiga, patricinha e fresquinha, tem uma coisa rasgada, meio rock ’n’roll.

Você mudou completamente o visual para a personagem. Já se acostumou com o novo look?
Na primeira vez, a gente fica curiosa, mas tudo foi sendo feito aos poucos. Primeiro, mudamos a cor do cabelo e foi meio chocante. Quando coloquei o mega hair, fiquei ainda mais chocada (risos). Mas assim que eu coloco o figurino consigo me ver na personagem. A caracterização dela é tudo. Eu ainda estava na dúvida da personalidade da Megan, mas, quando vesti a roupa, me senti nela por inteiro.

Mas é uma personagem mais mulherão, diferente do tudo que você já tinha feito até agora...

Eu acho que dá uma sensualidade bonita. É chique até, eu gostei. E, sim, a Megan é muito sexy. Ela é charmosa, dança, quer atrair mesmo. E ela vai para a balada com o objetivo de pegar alguém. Então, tive que trabalhar um outro lado, que nenhuma das minhas personagens teve. Essa é bem diferente.

O cabelo está dando trabalho?
O Cássio, que trabalha com o Fernando Torquatto (responsável pela caracterização das personagens), acompanha a gente diariamente. É ele quem retoca a raiz, faz a hidratação, essas coisas.

Ela também costuma usar uma maquiagem mais carregada...

A maquiagem dela é muito forte, principalmente o olho, porque ela quer ser rebelde, quer causar. Então, usa muito essa coisa de “eu sou louca”. É mais uma coisa de fora do que de dentro.

Você prefere ser loura ou morena?
Gostaria de, quando terminar, deixar um tom um pouco mais escuro. Esse tom é muito mais da personagem e não tem muito a ver com o meu estilo.

Ela não tem limites. Chega a ser uma bad girl?
Acho que não. Ela vai ser presa porque bebe e dirige, o pai vai lá e cobre. Ela é protegida, mas sente falta de limite e de carinho. O pai dela é um pouco ausente.

Então ela é rebelde? E você, também é assim?
Nesse aspecto, eu sou um pouco diferente dela, porque não tenho essa rebeldia, mas não é uma coisa dela ser assim. Ela está inserida em um universo assim. Talvez, se eu vivesse a vida da Megan, eu também fosse como ela. Quando eu entro nela, me dá vontade de fazer essas coisas (risos).

Como é a sua relação com a tecnologia?

Eu uso mais o celular. Hoje, tem de tudo, mas eu só gosto mesmo do celular. Uso muito Instagram e aplicativos de música.

E sobre o sotaque, como está fazendo?

Na verdade, eu não faço sotaque. Ela tem a família toda brasileira. Estudamos vários tipos de pessoas e encontramos o meio termo. A personagem da Cacau (Cláudia Abreu) tem mais, por causa da personalidade dela, mas a Megan não.

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