Brasília-DF,
17/DEZ/2017

Eu vi: Carnaval é o momento para confraternizar com animação

Qual outro período te permite abraçar estranhos, dar as mãos para quem você nunca viu e dançar até se acabar?

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Diego Ponce de Leon Publicação:15/02/2015 07:45
 (Glauco Spíndola/DP/D.A Press)

Não dá para fugir de certos temas. Como, em pleno carnaval, vou tentar dialogar com vocês sobre enredos de novelas, abordagens de filmes ou sei lá mais o quê? Vamos deixar as polêmicas de lado, esta semana, e aceitar a folia que nos cerca. Então, “carnaval-nos-emos”!

Embora o brasiliense não seja muito ligado nos desfiles de escola de samba (do Rio de Janeiro, claro. São Paulo insiste, mas não está no sangue), eu adoro aquela confusão de cores, baterias e mestre salas. Quem conhece a realidade de uma escola, e o longo trabalho desenvolvido por um ano dentro dos barracões, não consegue deixar de se emocionar. É muito suor e dedicação embalando o samba-enredo.

Ricos, pobres, pretos, brancos, azuis, rosas, velhos, novos. Todos juntos em prol de um objetivo comum: alegrar. Um movimento cada vez mais raro. Qual outro período te permite abraçar estranhos, dar as mãos para quem você nunca viu e dançar até se acabar? No carnaval, tudo pode. Todos podem. Se joga na serpentina!
Tags: celular

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