Brasília-DF,
20/OUT/2017

Conheça alguns seriados nascidos no Brasil

Nova safra de séries nacionais tem de humor a drama. 'Psi' e 'Os homens são de Marte' ganham novas temporadas

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Adriana Izel Publicação:04/10/2015 06:00Atualização:05/10/2015 12:07

O humorístico Os homens são de Marte%u2026 E é pra lá que eu vou chega à segunda temporada (Downtown Filmes/Divulgação)
O humorístico Os homens são de Marte%u2026 E é pra lá que eu vou chega à segunda temporada
 

Foi-se o tempo em que as séries na televisão por assinatura eram apenas produções internacionais. O audiovisual brasileiro garantiu espaço e hoje tem diversos seriados constantes na programação da tevê fechada.

Neste mês, duas grandes produções nacionais retornam à televisão. É o caso de PSI e Os homens são de Marte… E é pra lá que eu vou que terão suas novas temporadas exibidas a partir de hoje na HBO e, em 7 de outubro, no GNT, respectivamente.

A tevê por assinatura também ganhou novas séries, como o sitcom Quero ter um milhão de amigos, que estreou no último dia 1º na Warner. A comédia retrata o universo geek, nerd e internético por meio da história do protagonista Érico, vivido pelo estreante Victor Mendes.

Temas espinhosos

A segunda temporada de PSI, do diretor Contardo Calligaris, estreia hoje, a partir das 22h, na HBO. A sequência tem como foco o médico psiquiatra Carlo Antonini (Emílio de Mello), que após passar um ano na Itália retorna ao Brasil para atuar como coordenador clínico da ONG O Abrigo, voltada aos cuidados de vítimas de violência doméstica.

“Ele ficou um ano na Itália trabalhando e se analisando. Volta para ajudar essas mulheres que sofrem violência doméstica. Essa experiência em sua terra natal o faz perder a característica recorrente da primeira temporada de desilusão com a profissão, quando ele dispensava os pacientes que não considerava interessantes”, explica o ator Emílio de Mello ao Correio.

Mas não será apenas a violência doméstica o tema espinhoso da temporada. Carlo volta ao Brasil querendo trabalhar com casos que são considerados tabus na sociedade.

Assim, ele permanece no consultório ao lado da amiga Valentina (Claudia Ohana) e atendendo questões relacionadas a sadomasoquismo, homossexualidade, prostituição juvenil, entre outros. Seus novos pacientes são detentas de um presídio feminino, adolescentes de um colégio de classe alta, uma modelo internacional e uma jovem possuída por um demônio.

Duas perguntas

 

Emílio de Mello

O que você pode contar sobre a segunda temporada?


Nessa temporada, ele (Carlo Antonini) fica mais solitário. A relação com a família fica um pouco mais afastada. Ao mesmo tempo, tem o retorno de Valentina. Eu e a Claudia Ohana estamos com mais afinidade. É um jogo muito bom e prazeroso.

É mais fácil fazer a segunda temporada de uma série?


É um trabalho novo. Acho que tem um lado de que é um universo que você conhece um pouco, mas é como se fosse um trabalho totalmente novo. Há sempre uma vontade de fazer algo melhor e se aprofundar mais no trabalho.

Novos desafios


A segunda temporada de Os homens são de Marte… E é pra lá que eu vou, que estreia em 7 de outubro, às 22h30, no GNT, mostrará novos desafios que a protagonista Fernanda (Mônica Martelli) enfrentará após se casar novamente.
Fernanda terá que encontrar o equilíbrio e o amor com seu novo companheiro, o professor de filosofia Miguel, enquanto enfrenta a pressão dos novos sócios no trabalho e a ausência da amiga Nathalie. A estreia contará com um episódio duplo das aventuras de Fernanda. Os homens são de Marte… E é pra lá que eu vou é inspirado no filme homônimo e também na peça de teatro, ambas protagonizadas pela atriz Mônica Martelli.

“Tem várias questões tabus que serão abordadas nessa temporada. Isso expõe um universo muito interessante. Até porque o Carlo tem uma visão pouco convencional sobre os casos. Ele foge desse senso comum e começa a olhar com outros olhos. Essa é uma característica extremamente importante na série”, completa Mello.

Ao todo, serão 10 episódios, que foram dirigidos por time de diretores formado por Contardo Calligaris, Laís Bodansky (Bicho de sete cabeças), Alex Gabassi (O hipnotizador), Tata Amaral (Hoje), Rodrigo Meirelles (A vaga) e Max Calligaris (PSI). O elenco também ganhou novos atores Christiana Ubach (Joana), Renato Caldas (Marinho), Daiane Conterato (Ariel), Laura Neiva (Bianca) e Marcello Airoldi (Miguel).

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