Brasília-DF,
06/DEZ/2019

'Febre do ouro' retorna para sexta temporada com mais caça ao minério

Nova temporada de 'Febre do ouro' se passa no Canadá e vai trazer os dramas e as conquistas dos três homens mais ambiciosos do ramo

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Ataide de Almeida Jr. Publicação:03/04/2016 06:30

 (DCL/Divulgação)


As cenas do garimpo, nas quais pessoas completamente sujas, balançando peneiras e procurando míseras pedrinhas de ouro parece não existir mais — pelo menos nas grandes áreas destinadas à busca pelo metal precioso.


Máquinas deram lugar aos muito homens, e os empresários quem estiverem mais bem equipados vão conseguir as melhores pedras. É isso que mostra a sexta temporada de Febre do ouro, do Discovery.


O reality exibe o dia a dia dos caçadores de ouro nas regiões mais improváveis do Canadá. Nesta temporada, em especial, eles vão explorar o garimpo de Klondike, uma das áreas mais perigosas para se realizar a atividade. A atenção tem que ser redobrada, porque a melhor época para se ir atrás das pedras preciosas é no inverno, o que deixa tudo extremamente tenso. No comando das equipes estão Parker Schnabel, Tony Beets e Todd Hoffman.


Parker Schnabel, de apenas 21 anos, tem que superar um obstáculo. Logo nos primeiros episódios, ele perde um dos braços no garimpo, que, após uma discussão, decidiu não voltou a trabalhar com ele. No entanto, isso não é motivo para Schnabel abaixar a cabeça. Pelo contrário, ele quer superar a marca dos US$ 3 milhões.

 

 


Já Tony Beets parece ser o mais ambicioso dos três e chega ao acampamento com planos megalomaníacos. Um deles é montar uma frota de embarcações de dragagem, que servem para limpar e desobstruir as áreas. No entanto, pode ser uma decisão arriscada, pois as dragas quase não são mais usadas em garimpos e já são dadas como tecnologia ultrapassada. Beets, entretanto, acha que elas vão gerar lucro a um custo baixo.


Por fim, o terceiro líder é Todd Hoffman, que escapou por pouco de ir à falência, mas que promete, dessa vez, conseguir lucro e pagar as dívidas. Para isso, ele vai apostar em um time mais bem estruturado e numa área do garimpo que é considerada mais rica em ouro. O problema de Hoffman, assim como dos outros dois, é a ambição. E isso acaba por afetar os funcionários que trabalham sempre em constantes pressões. Como forma de ajudá-lo a controlar os impulsos, pela primeira vez, três gerações da família — o pai, ele e o filho de 16 anos — estarão juntas.


Além dos desafios pessoais, os três terão que enfrentar problemas mais maiores com equipamentos e, principalmente, com as equipes. Em um dos episódios, por exemplo, as dragas de Beets param de funcionar e causam prejuízos a eles. Em outro, Hoffman tem que lidar com brigas entre os funcionários do turno da manhã e da noite. Tudo isso prova que a febre do ouro pode ser das mais altas.

SEVIÇO
Febre do ouro
Todas as terças, às 22h20, no Discovery

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