Brasília-DF,
20/SET/2017

Programas de TV começam a abrir espaço para falar sobre homoafetividade

'Amor e sexo', 'Altas horas' e 'Estação plural' são exemplos de quem já mudou de atitude

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Diego Ponce de Leon Publicação:10/04/2016 06:30Atualização:08/04/2016 14:21
O programa 'Estação plural' é totalmente voltado para o público LGBT (TV Brasil/Divulgação)
O programa 'Estação plural' é totalmente voltado para o público LGBT
Estamos longe de termos uma programação que reflita, verdadeiramente, a diversidade da família brasileira. Há grande resistência por parte das emissoras em mostrar núcleos homoafetivos, cultura LGBT, beijos entre casais do mesmo sexo. Tudo em nome de um conservadorismo que se revela cada vez menos atual e cada vez mais segregador.

Aos poucos, no entanto, a tevê abre espaço para toda forma de expressão, exatamente como vemos na rua e no cotidiano. O programa Amor e sexo, comandado por Fernanda Lima, é um belo exemplo. Por ali, pessoas transgêneros, gays, lésbicas, são bem-vindos e bem-vindas.
 
André Lodi é filho de duas lésbicas e causou grande repercussão ao contar um pouco sobre sua vivência no programa 'Altas Horas' (Reprodução/Internet)
André Lodi é filho de duas lésbicas e causou grande repercussão ao contar um pouco sobre sua vivência no programa 'Altas Horas'
 
O mesmo vale para o Estação plural, na TV Brasil, totalmente voltado para a diversidade. O Altas horas, de Serginho Groisman, também se mostra receptivo ao tema, a exemplo da participação do jovem André Lodi, filho de duas mães, que causou alvoroço no programa. Não se trata de impor, mas de representar o que nos habita.

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