Brasília-DF,
19/SET/2017

Nova temporada de 'A liga' estreia amanhã na Band

O programa propõe um jornalismo direto e divertido e aborda diferentes aspectos da sociedade

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Alexandre de Paula- Especial para o Correio Publicação:17/04/2016 06:50Atualização:15/04/2016 16:46
Guga Noblat, Mariana Weickert, Thaide e Maria Paula são a equipe da sexta edição de 'A liga' (Band/Divulgação)
Guga Noblat, Mariana Weickert, Thaide e Maria Paula são a equipe da sexta edição de 'A liga'
 
Com mudanças no elenco e linguagem mais cinematográfica, A liga volta às telas da Band depois de um ano sem episódios inéditos. A sexta temporada do programa estreia amanhã às 22h45, horário em que a emissora exibia o CQC. Maria Paula e Guga Noblat completam o time, que conta com os veteranos Thaíde e Mariana Weickert. Com temas diversos e, às vezes, duros, A liga propõe um jornalismo direto, mas divertido. “É uma forma diferente de abordar, com verdade e compromisso, mas sem caretice. O repórter está vivenciando, acrescentando sua visão”, afirmou Maria Paula ao Correio.

Depois de três anos fora da telinha, a ex-Casseta e Planeta brinca que está se sentindo como uma novata. “Tenho 25 anos de carreira na tevê, mas estou me sentindo uma iniciante. É fantástico sair da zona de conforto, poder se arriscar, estou superfeliz com essa oportunidade”, conta.

Maria Paula — que atualmente também faz mestrado em psicologia na UnB —  diz que foi justamente a possibilidade de mudar de ares que a incentivou a aceitar o convite para fazer parte do elenco do programa. “Eu não estava a fim de me repetir, de fazer mais do mesmo, por isso fiquei muito tempo em teatro, fiz o filme Doidas e santas que sai este ano”, explica. “Mas, quando me chamaram para A liga, pensei que esse seria um programa que, de fato, tem a ver comigo, com a minha cara.”

Além do mestrado, Maria Paula  se dedica a crônicas no Correio e a projetos sociais em penitenciárias femininas.

“Acho que até por isso quiseram me convidar.” A atriz acredita que, em um momento em que a sociedade está cada vez mais violenta, as pessoas precisam buscar a sua maneira de colaborar. “Ainda mais nesse momento político e econômico, as pessoas ficam fechadas, perdem a gentileza e a gente não pode deixar isso acontecer”, afirma.

As temáticas do programa vão da realidade dos milionários brasileiros à dureza das rotinas nas periferias brasileiras. “Alguns episódios mostram uma realidade muito dura”, conta Maria Paula. Apesar da experiência em projetos sociais, ela lembra que, na primeira gravação, passou mal. “Gravamos no Capão Redondo, em São Paulo. Era um cemitério clandestino, um lugar punk. Quando cavaram uma cova, saiu um pedaço de uma perna. Comecei a passar a mal, não sabia como lidar”, adianta.
 
Em outras telas

Profissão: repórter (Globo) é exemplo de outro programa que se aprofunda em temas com abordagens não muito habituais. Apresentado por Caco Barcellos, cada episódio mostra a rotina de jovens jornalistas à procura da notícia.
 

SERVIÇO
 
A liga
Estreia da sexta temporada. Amanhã, às 22h45, na Band.
 
Profissão: Repórter
Exibido nas noites de quarta, depois do futebol, na Globo.
 

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