Brasília-DF,
11/DEZ/2017

Relembre bordões famosos de atores, apresentadores e jornalistas

Eles são marcas registradas e caem na boca do povo

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Ataide de Almeida Jr. - Especial para o Correio Publicação:15/05/2016 06:20Atualização:13/05/2016 17:12
O presentador de programa de TV, José Abelardo Barbosa, ainda é lembrado pelo 'Teresinháááaá' (Arquivo O Cruzeiro)
O presentador de programa de TV, José Abelardo Barbosa, ainda é lembrado pelo "Teresinháááaá"
 
Para deixar uma marca registrada na televisão, não é necessário apenas ter uma atuação espetacular, apresentar um superprograma ou fazer peripécias numa atração. É preciso ainda ter muito carisma, um posicionamento forte e, claro, um bordão grudento. Isso vale tanto para programas de auditório, quanto para novelas e até mesmo jornais.
 
Os bordões da tevê vieram, naturalmente, dos apresentadores de rádio. Como a maioria saiu de lá para estrear nas telas do país, aproveitaram para levar as famosas frases com eles. Um dos maiores exemplos é Chacrinha, até hoje reconhecido pelos dizeres: “Teresinháááaá” ou “Vai para o trono ou não vai?”, entre outros. Além de Abelardo Barbosa, um que brilha até hoje no quesito bordões — entre outras características — é Silvio Santos. Dos mais atuais “ai ai ai ui ui” até os já reconhecidos “Sai para lá, sai para lá” e “quem quer dinheiroooo?!”.
 
Se entrarem em cena os programas de humor, esse espaço será pouco para falar da quantidade de bordões já criados. Pode-se começar lá no início da televisão, com Balança mas não cai, considerado um dos primeiros programas de humor, que trazia Zé Trindade e suas inesquecíveis frases: “Mulheres, cheguei” ou “É chato ser gostoso”. Vieram ainda A praça é nossa com seus inúmeros comediantes e a certeza de bordões do tipo: “Chique no úrtimo”, do personagem de Moacyr Franco. Ainda teve a Escolinha do Professor Raimundo, velha e nova geração, fora os bordões dos diversos personagens de Chico Anysio.
 
Frequentadora assídua do Piscinão de Ramos, a personagem de Mara Manzan é responsável pelo bordão 'Cada mergulho é um flash' (Internet/Reprodução)
Frequentadora assídua do Piscinão de Ramos, a personagem de Mara Manzan é responsável pelo bordão "Cada mergulho é um flash"

E nas novelas, o público não esquece de “Tô certo ou tô errado” (Lima Duarte, em Roque Santeiro); “É justo, muito justo, justíssimo” (José Wilker, em Renascer); “Stop, Salgadinho” (Regina Dourado, em Explode Coração); Are baba (vários personagens de Caminho das índias); ou “Cada mergulho é um flash” (Mara Manzan, em O clone), entre vários outros que marcaram a história das telenovelas. Se você viu, ou reviu em alguma reprise, tenho certeza de que imediatamente lhe veio à cabeça o personagem ou a situação que ocorreram tais falas.
 
E quem disse que jornalista não pode ter bordão? Diversos apresentadores deixaram a suas marcas registradas. Quem nunca concordou com o sonoro “Isto é uma vergonha”, de Boris Casoy, que hoje apresenta o Jornal da Noite (Band), respondeu ao “Olá, tudo bem?” de Paulo Henrique Amorim, no Domingo espetacular (Record) ou interrompeu uma conversa com “Corta para mim”, dito por Marcelo Rezende, no Cidade alerta (Record)? Fora o inesquecível Gil Gomes, que deu outro tom ao jornalístico do SBT, quando dizia “Gil Gomes, Aqui agora”.
 
Se for levar em conta o esporte, vai ser “Pimba na gorduchinha” (Osmar Santos); “Haaaajaaa coração” e “Bem amigos, da Rede Globo” (Galvão Bueno); “Pelo amor dos meus filhinhos” (Silvio Luis); e “Agora eu se consagro” (Milton Leite). E para você? Qual o bordão marcou sua vida?

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