Brasília-DF,
22/SET/2017

Eu vi: A evolução de Tatá Werneck, o ouro da TV nas Paralimpíadas e o a nova fase do Pedro Bial

Mesmo em papel pequeno, Zezé Motta brilha em 'Escrava Mãe'

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Vinicius Nader Publicação:18/09/2016 06:30Atualização:16/09/2016 17:20
A atriz encanta as noites com o programa O estranho show de Renatinho, no Multishow   (João Miguel Júnior/Divulgação)
A atriz encanta as noites com o programa O estranho show de Renatinho, no Multishow


A evolução de uma atriz
Conheci Tatá Werneck (o trabalho dela, melhor dizendo) durante o quadro Ruim de roda, do Caldeirão do Huck. Sim... eu, infelizmente, não tinha mais idade para a MTV quando ela apareceu na emissora dos jovens. Mas, voltando àquela menina que me chamou a atenção pela veia cômica, nem tudo eram flores na aparição dela na atração vespertina da Globo. Eu ria, mas não entendia tudo que ela falava. Devia ser minha televisão. Não era. Vieram a novela Amor à vida como a repetitiva, mas engraçada Valdirene numa dobradinha com Elisabeth Savalla, o Vai que cola, o BBB (lembra o mico da coitada ali? Eu eliminaria de primeira!). E nada! Até que, de repente, em Tudo pela audiência, eu entendia as piadas. Como melhorou a dicção de Tatá. Agora, ela brilha e rouba a cena em Haja coração — Malu Mader, Carolina Ferraz e Ellen Roche também estão bem — e especialmente na tevê fechada, em O estranho show de Renatinho. Mais à vontade, ali ela até se arrisca cantando. Faz graça, agrada e mostra que levou a sério o papel de comediante. Do alto dos seus 1,52m é grande essa Tatá!

Para todos?
Quando acabaram as Olimpíadas, as maiores emissoras de tevê aberta do país disseram que o torcedor teria o alento de acompanhar as Paralimpíadas nos dias seguintes. Inclusão e superação eram palavras de ordem. Só faltou incluir as competições paralímpicas nas grades de programação. Ouro apenas para a TV Brasil. O resto ficou devendo — e muito!

Dama da tevê
Não existe papel pequeno para grandes atrizes. No ar como Mãe Joaquina em Escrava mãe, Zezé Motta brilha em cada cena. Merecia mais.

Origens
Depois de 17 edições do Big brother Brasil, Pedro Bial voltou às boas entrevistas, no programa que leva o nome dele no GNT. E quando o entrevistador é bom, até papos como Anitta se tornam agradáveis. A estreia com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres foi excelente.

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